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Caiado acusa Lula de entregar Brasil às facções e questiona soberania

Caiado propõe classificar facções como terroristas para justificar uso das Forças Armadas; defende IA para integrar ações e ampliar cooperação com países vizinhos

Na imagem, o pré-candidato Ronaldo Caiado (PSD)
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  • O pré-candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, criticou a política de segurança de Lula e afirmou que o Brasil perdeu soberania para facções criminosas.
  • Caiado disse que, se eleito, apresentará ao Congresso a proposta de classificar facções como terroristas, medida que permitiria o uso das Forças Armadas no combate aos grupos.
  • O ex-governador afirmou que o Brasil poderá usar a Aeronáutica, a Marinha e a estrutura do Exército para retomar domínio do território.
  • Ele defendeu o uso de inteligência artificial no combate ao crime, citando uma plataforma em Goiás, em funcionamento desde 2025 para identificar ações criminosas antes de ocorrê-las.
  • Caiado também disse que a Amazônia está “100% tomada pelo narcotráfico” e mencionou prisões em Goiás com medidas como visitas íntimas proibidas e audiências gravadas, para evitar o crime organizado dentro do sistema prisional.

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, criticou a política de segurança do governo Lula, afirmando que o país perdeu soberania para facções criminosas. A declaração ocorreu nesta sexta-feira, 22 de maio de 2026, em entrevista à TV TMC 360.

Caiado disse que o governo federal não tem um programa eficaz contra o narcotráfico e citou o PCC e o CV como grandes organizações envolvidas. O objetivo, segundo ele, é apresentar no Congresso uma proposta para classificar facções como terroristas, o que permitiria o uso de Forças Armadas no combate.

O ex-governador também defendeu ampliar o uso de inteligência artificial no enfrentamento do crime. Ele informou que Goiás utiliza, desde 2025, uma plataforma de identificação de ações criminosas antes da conclusão de delitos, visando apoiar governos estaduais sem concentrar a segurança apenas na União.

Propostas de classificação de facções

Caiado afirmou que a ideia é autorizar o emprego da Aeronáutica, da Marinha e da estrutura do Exército no combate a facções, caso o Congresso aprove a medida. Segundo ele, a estratégia ampliaria a atuação estatal sobre territórios com atividades criminosas.

Ele também mencionou a intenção de criar uma sala de controle nacional que integre informações entre governos e Estados, permitindo governar com os governadores. A proposta prevê parcerias com os 10 países vizinhos para estruturar uma força policial transfronteiriça.

Perspectivas regionais e prisional

O pré-candidato citou a Amazônia como área de elevada atuação de narcotráfico, com presença de facções brasileiras, colombianas e mexicanas. Caiado destacou ações no sistema prisional de Goiás, dizendo que detentos ligados a facções não têm visitas íntimas, passam por audiências gravadas e ficam sob monitoramento ambiental.

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