- A Executiva Nacional do Cidadania aprovou, por unanimidade, o nome de Aécio Neves (PSDB-MG) como pré-candidato à Presidência pela Federação PSDB/Cidadania.
- A reunião foi presidida pelo presidente nacional do partido, Alex Manente, que classificou Aécio como “nome de terceira via” para superar a polarização.
- A federação discute há dois dias o nome de Aécio para o Planalto, iniciativa originada por lideranças históricas do Cidadania.
- Roberto Freire afirmou que a proposta visa romper a lógica destrutiva do “nós contra eles” e ampliar o diálogo político.
- Aécio reassumiu a presidência do PSDB em novembro de 2025; ele disputou a Presidência em 2014 e perdeu por margem apertada para Dilma Rousseff.
A Executiva Nacional do Cidadania aprovou, por unanimidade, o nome do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) como pré-candidato à Presidência da República pela Federação PSDB/Cidadania. A decisão ocorreu nesta sexta-feira (22).
A decisão foi tomada em reunião conduzida pelo presidente nacional do Cidadia, e vice-presidente da Federação, Alex Manente (Cidadania-SP). Alesa Manente classificou Aécio como um possível líder de uma agenda centrada em responsabilidade fiscal, fortalecimento institucional e equilíbrio entre economia e meio ambiente.
A federação entre PSDB e Cidadania discute há dois dias a candidatura de Aécio à Presidência. A iniciativa partiu de lideranças históricas ligadas ao Cidadania, conforme nota oficial da legenda, assinada pelo presidente Roberto Freire.
Contexto da federação
Freire afirmou que a ideia busca romper com a lógica de polarização que, segundo ele, prejudica o diálogo democrático e o desenvolvimento do país. A discussão ocorre em meio a dúvidas sobre o alinhamento de candidaturas na centro-direita.
Aécio Neves reassumiu a presidência do PSDB em novembro de 2025. Na atual conjuntura, circulam especulações sobre uma eventual candidatura dele ao Senado por Minas Gerais, enquanto a aposta para Palácio do Planalto representa um movimento mais audacioso. Em 2014, Aécio disputou a Presidência contra Dilma Rousseff e foi derrotado por margem apertada.
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