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Dino afirma que bloco da ilegalidade nunca esteve tão forte no Brasil

Dino afirma que o “bloco da ilegalidade” está mais forte e unido, conectando facções armadas, mercado de capitais e decisões judiciais

Flávio Dino disse em evento na PUC-SP que há uma rede integrada de atividades criminosas que atravessa diversos setores da sociedade brasileira
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  • O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, afirmou que a criminalidade no Brasil atingiu um nível de poder sem precedentes, durante cerimônia na PUC-SP, onde recebeu o Título Notório Saber.
  • Dino disse que “o bloco da ilegalidade nunca foi tão forte e unido no Brasil”, citando facções armadas e o mercado de capitais que lava dinheiro das facções.
  • Ele afirmou haver uma rede integrada de atividades criminosas que atravessa várias esferas da sociedade brasileira.
  • O ministro mencionou aqueles que comercializam, compram e vendem decisões judiciais, emendas parlamentares distorcidas e outros que traem o poder do Estado para se integrar ao bloco da ilegalidade.
  • No dia quinze de maio, Dino abriu processo separado para apurar suspeitas de irregularidades em emendas parlamentares destinadas a ONGs ligadas à produtora do filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro.

O ministro Flávio Dino, do STF, disse nesta sexta-feira, 22 de maio de 2026, durante cerimônia na PUC-SP, que a criminalidade no Brasil alcançou um poder sem precedentes. Ele recebeu o Título Notório Saber da universidade.

Segundo Dino, o chamado bloco da ilegalidade está mais forte e unido do que nunca. Ele citou a ligação entre facções armadas e o mercado de capitais, ressaltando que há fluxo de dinheiro entre esses espaços.

O ministro também afirmou que há uma rede integrada de atividades criminosas que atravessa diversas esferas da sociedade. Ele mencionou ainda distorções em emendas parlamentares e a compra e venda de decisões judiciais como exemplos de funcionamento do bloco da ilegalidade.

Desdobramentos

No dia 15 de maio, uma semana antes do evento, Dino autorizou a abertura de um processo específico para apurar irregularidades em emendas parlamentares destinadas a ONGs associadas à produtora ligada ao filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro.

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