- Gabriel Attal, ex-primeiro-ministro e secretário-geral do Renascimento, oficializou sua candidatura à presidência de 2027.
- O anúncio foi em Mur-de-Barrez, Aveyron, no dia 22 de maio de 2026, em uma vila de cerca de 700 habitantes.
- O ex-chefe de governo disse: “Decidi ser candidato à presidência da República”, em meio à presença de moradores e membros do partido.
- A cerimônia enfatizou a proximidade com o público, com Attal conversando sobre problemas do dia a dia durante a ação.
- O Renascimento busca mostrar atuação fora de Paris, já tendo vitórias municipais em Aveyron, e a campanha deve seguir “a todo vapor”.
Gabriel Attal, ex-primeiro-ministro e atual secretário-geral do Renascimento, oficializou nesta quinta-feira 22 de maio de 2026 sua candidatura à eleição presidencial de 2027. O anúncio aconteceu em Mur-de-Barrez, vilarejo no sul da França, diante de cerca de 700 habitantes. O ato reuniu moradores e membros do Renascimento, após o ex-primeiro-ministro ouvir demandas locais.
Em praça ensolarada, Attal discursou cercado por eleitores e representantes do partido. Em cerca de meia hora de conversa com cidadãos, o ex-chefe de governo argumentou a favor de sua decisão de concorrer, buscando passar a imagem de candidato próximo da população.
Ele evitou a formalidade de grandes palácios, escolhendo um cenário rural para a declaração. A leitura de prioridades pretende contrastar com adversários que anunciaram seus passos de forma distinta, como Édouard Philippe e Bruno Retailleau.
Contexto e estratégia
O local foi escolhido para traduzir a ideia de presença do Renascimento fora de Paris. O partido já conquistou vitórias municipais em Aveyron, o que sustenta a leitura de atuação regional. Attal enfatizou que a campanha buscará proximidade com cidadãos comuns.
Aliados afirmaram que a campanha deve começar “a todo vapor”, com foco em mobilizar apoiadores e explicar propostas, mantendo a comunicação direta com o eleitorado. O objetivo é transformar o simbolismo da inauguração em ganho eleitoral.
Próximos passos
A candidatura entra agora na fase de mobilização e organização de comitês regionais. A expectativa é ampliar a base do Renascimento em regiões rurais e urbanas, buscando credibilidade junto a eleitores que desejam mudanças na agenda federal.
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