- O senador Eduardo Girão elogiou o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, pela condução das investigações sobre o Banco Master.
- Ele apoiou a rejeição da delação premiada de Daniel Vorcaro e pediu a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito para apurar possíveis ligações entre o Master e integrantes dos Três Poderes.
- Girão afirmou que Mendonça atua de forma técnica e busca evitar interferências nas apurações.
- O senador criticou a atuação da Procuradoria-Geral da República na negociação da delação de Vorcaro e questionou por que a PGR manteve as tratativas, mesmo após manifestações contrárias da PF e de Mendonça.
- Ele reiterou o apoio à CPMI e disse que está nas mãos de Mendonça a possibilidade de o Senado abrir a comissão.
Ao discursar no Plenário nesta sexta-feira (22), o senador Eduardo Girão elogiou o ministro André Mendonça, do STF, pela condução das investigações sobre o Banco Master. O foco foi a deliberação sobre a delação premiada de Daniel Vorcaro e a possibilidade de uma CPMI para apurar conexões entre o banco e os Três Poderes.
Girão destacou que Mendonça tem conduzido o caso com técnica e adotado medidas para evitar interferências nas apurações. Ele também ressaltou que Vorcaro, ex-dono do Master, não tem apontado possíveis envolvidos de alto escalão, conforme leitura dele da situação.
O senador criticou a atuação da PGR na negociação da delação, questionando o motivo da continuidade das tratativas mesmo com ressalvas da PF e de Mendonça. Também defendeu a criação de uma CPMI mista para aprofundar investigações sobre ligações entre o banco e autoridades.
Pontos-chave das investigações
A defesa de uma CPMI envolve a participação de senadores e deputados, com o objetivo de esclarecer supostas relações entre o Master e integrantes dos Três Poderes. A tramitação depende da avaliação de Mendonça para determinar a instalação.
A defesa da CPMI também é apresentada como perspetiva para ampliar a transparência e o escrutínio das investigações. A decisão sobre a abertura da comissão permanece em debate entre as partes envolvidas e o STF.
A pauta envolve a necessidade de esclarecimentos adicionais, conforme leitura dos apoiadores de Mendonça. O andamento das apurações deve ficar sob vigilância de órgãos de controle e imprensa, sem prazos fixos anunciados.
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