- Juliana de Souza afirmou que não aceitou as desculpas de Mauro Pinheiro em plenário e vê a retratação como uma tentativa de amenizar a repercussão; classifica o episódio como violência política de gênero.
- A vereadora disse que a agressão não seria com um homem e que, no momento, travou durante o ocorrido, protegendo a colega Mariana Lescano, grávida.
- Juliana relatou que as vereadoras da base do governo não deram apoio direto após o episódio, mas houve manifestações internas entre parlamentares; afirmou que violência contra a mulher não começa no feminicídio e que a política não é espaço para violência.
- No plenário, houve gritos e empurra-empurra; Juliana contou que, diante disso, agiu por instinto para resguardar a colega.
- A parlamentar elogiou Moisés Barboza pela condução da Câmara, disse que ele promoveu uma pacificação no Legislativo; comentou o cenário nacional defendendo Lula e avaliou que as eleições deste ano serão difíceis, classificando o caso Banco Master como “vai Brasil”.
Juliana de Souza afirmou, nesta sexta-feira, que não aceitou o pedido de desculpas de Mauro Pinheiro, feito em plenário na véspera. Ela descreveu a retratação como tentativa de reduzir a repercussão, não um pedido sincero dirigido a ela. A vereadora classificou o episódio como violência política de gênero, afirmando que o vereador não agiria assim com um homem.
Segundo Juliana, na confusão o objetivo principal foi proteger a colega Mariana Lescano, gestante, durante gritos e empurra-empurra no plenário. Ela disse ter atuado por instinto para resguardar a colega, diante de cobranças de lideranças internas e da organização do espaço institucional.
Juliana reconheceu avanços no funcionamento da Câmara sob a condução do presidente Moisés Barboza, afirmando que houve construção de pacificação no Legislativo municipal. Ela também reforçou críticas ao ambiente político, destacando a necessidade de reduzir episódios de violência contra a mulher no âmbito público.
Repercussões no plenário
A vereadora comentou que as manifestações de apoio entre parlamentares da base do governo não ocorreram de forma formal, embora tenha ouvido relatos de manifestações internas entre colegas. Ela ressaltou que atitudes cotidianas contribuem para uma cultura de violência política e reiterou que a política não deve abrigar agressões.
Perspectivas nacionais e contexto
Ao falar sobre o cenário político do Brasil, Juliana citou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, avaliando que ele recolocou o país no cenário internacional. Sobre as eleições deste ano, indicou que o processo deve ser desafiador e mencionou o caso envolvendo o Banco Master como exemplo de turbulência política.
Entre na conversa da comunidade