- Lula tem 42,7% das intenções de voto no 1º turno e Flávio Bolsonaro, 35,6% (em pesquisa da Futura, 15 a 20 de maio de 2026).
- O levantamento foi feito dias depois do áudio em que Flávio pede dinheiro a Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master.
- Margem de erro de 2,2 pontos percentuais, confiança de 95%, registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06529/2026, custo de R$ 160.000 com recursos próprios.
- Em cenários de 2º turno testados, Lula fica à frente de todos os adversários (Caiado, Zema e Michelle Bolsonaro).
- Rejeição: Flávio Bolsonaro é rejeitado por 44,7% dos entrevistados, Lula por 44,3%.
O levantamento da Futura, realizado entre 15 e 20 de maio de 2026, aponta Lula em vantagem no 1º turno contra Flávio Bolsonaro. O petista aparece com 42,7% das intenções de voto, enquanto o senador do PL registra 35,6%. A pesquisa foi registrada no TSE e custou 160 mil reais, com recursos próprios.
O estudo foi conduzido após a divulgação de um áudio em que Flávio pede dinheiro a Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. Foram entrevistadas 2 mil pessoas em todo o Brasil, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e grau de confiança de 95%.
Cenários do 1º turno
A Futura testou três cenários de 1º turno envolvendo Lula e Flávio Bolsonaro. Em todas as simulações, o petista lidera, com índices acima de 40% das intenções de voto contra o senador.
Cenários de 2º turno
A pesquisa também avaliou disputas no segundo turno entre Lula e outros pré-candidatos. Lula aparece à frente de Jair Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Michelle Bolsonaro em todos os combates simulados.
Potencial de voto
Questionados sobre o voto com segurança, 41% dos brasileiros disseram votar em Lula, enquanto 31,6% disseram o mesmo sobre Flávio Bolsonaro, segundo o levantamento.
Rejeição
A taxa de rejeição aponta Flávio como o mais rejeitado, com 44,7%. Lula figura logo atrás, com 44,3% de rejeição entre os entrevistados.
O Poder360 destaca o acesso ao Agregador de Pesquisas para assinantes, reunindo levantamentos desde 2000. A publicação reforça que, em anos eleitorais, só divulga pesquisas com registro na Justiça Eleitoral e metodologia disponível.
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