- Mais de 534 aparelhos celulares foram encontrados escondidos em celas de presídios de 23 estados, em quatro dias de fiscalização em 49 unidades, com média de dois celulares a cada dez celas vistoriadas.
- A operação faz parte do Programa Brasil contra o crime organizado, do Ministério da Justiça, que prevê ampliar regras e equipamentos de segurança em 138 presídios.
- No total, foram vistoriadas 2 mil e 600 celas e 65 mil presos estão nessas unidades.
- A maior parte dos presídios a receber recursos fica na região Nordeste.
- Já foram adquiridos 276 equipamentos de raio-x e 138 scanners corporais; o governo vai investir mais de R$ 330 milhões no sistema prisional.
Mais de 500 celulares foram encontrados escondidos em celas de presídios em todo o país, durante uma operação integrada entre órgãos federais e estaduais. A ação faz parte do plano do Governo Federal para enfrentar a atuação do crime organizado no sistema prisional.
A fiscalização ocorreu ao longo de quatro dias, em 49 presídios de 23 estados. Em média, dois aparelhos foram localizados a cada dez celas vistoriadas. Ao todo, 534 celulares foram apreendidos nas 2.600 celas vistoriadas.
Os presídios onde houve a operação concentram cerca de 65 mil detentos. O Programa Brasil contra o crime organizado, do Ministério da Justiça, prevê ampliar regras e equipamentos de segurança em 138 unidades, com foco naquelas com vínculos a atividades criminosas.
Planos e investimentos do governo
O governo afirma que as ações combinam dados de inteligência penitenciária com o mapa de organizações criminosas para priorizar unidades. Segundo o secretário nacional de políticas penais, André Garcia, as unidades mapeadas serão alvo de medidas de controle específicas.
Até o momento, foram adquiridos 276 equipamentos de raio-x e 138 scanners corporais. O governo pretende aplicar mais de R$ 330 milhões no sistema prisional para ampliar a vigilância e a fiscalização.
Comércio de detalhes operacionais
A operação envolve a atuação de órgãos federais e estaduais, com coordenação de fiscalização de itens proibidos dentro das unidades. A meta é reduzir a circulação de celulares e facilitar o monitoramento de atividades criminosas vinculadas aos detentos.
A notícia é baseada em informações oficiais do Ministério da Justiça e do governo federal, sem inclusão de opiniões pessoais.
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