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MP pede fim da prisão domiciliar de condenado por mandar matar servidora em MG

MPMG pede revogação da prisão domiciliar de advogado condenado por mandar matar servidora em Contagem, alegando violações e risco à sociedade

Gabriela e a foto que ficou como uma das recordações da mãe.
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  • O Ministério Público de Minas Gerais pediu o fim da prisão domiciliar de um advogado condenado por mandar matar uma servidora pública em Contagem.
  • O condenado cumpre pena em regime domiciliar e foi apontado como mandante do assassinato de Lilian Hermógenes, morta a tiros em 2016.
  • O MP afirma que a prisão domiciliar não é mais adequada, pois houve violações das condições impostas e risco à sociedade.
  • A defesa promete recorrer da decisão, afirmando que o condenado está cumprindo a pena de forma adequada.
  • A Justiça ainda não se manifestou sobre o pedido do MP; o caso segue em análise para decidir pela revogação ou manutenção da domiciliar.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) pediu nesta quarta-feira (22) o fim da prisão domiciliar de um advogado condenado por mandar matar uma servidora pública em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A decisão ocorre após o mesmo profissional ter sido condenado pelo assassinato de Lilian Hermógenes, em 2016.

O MP afirma que a prisão domiciliar já não é adequada, pois o condenado descumpriu as condições impostas e representa risco à sociedade. A defesa informou que vai recorrer da medida e que o acusado permanece cumprindo a pena de forma regular. A Justiça ainda não houve manifestação sobre o pedido.

Liliana Hermógenes era servidora pública morta a tiros na porta de casa, em Contagem, em 2016. O caso ganhou notoriedade na cidade, com o advogado apontado como mandante do crime por motivos pessoais. A pena de 19 anos de reclusão foi fixada pelo homicídio qualificado.

Defesa e andamento do processo

A prisão domiciliar foi concedida ao advogado em 2020, em decisão judicial, com base na legislação vigente. O MPMG sustenta que o regime deve ser revogado diante das violações apresentadas pelo condenado. O caso segue sob análise da Justiça, que decidirá pela continuidade ou revogação da medida.

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