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Planalto aposta em encontro Lula-Trump para reduzir visita de Flávio

Planalto aposta que encontro Lula-Trump reduz efeito da possível reunião de Flávio Bolsonaro com Trump; governo não pretende interferir e acompanhará desdobramentos

Planalto aposta em encontro de Lula e Trump para minimizar visita de Flávio
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  • Planalto aposta que encontro entre Lula e Trump pode amenizar eventual reunião entre Flávio Bolsonaro e o presidente dos EUA, prevista para a próxima semana.
  • Governo não pretende interferir para vetar o encontro, e vê a aproximação Lula-Trump como não uma novidade.
  • Caso a reunião ocorra, o Planalto acompanhará os desdobramentos e reagirá rapidamente a impactos negativos para o Brasil.
  • A visita seria vista como pontual, em meio a crise envolvendo o Banco Master, e dificilmente geraria apoio explícito da Casa Branca a Flávio nas eleições.
  • Convite teria partido da Casa Branca, com intermediação do secretário de Estado americano Marco Rubio; Eduardo Bolsonaro também estaria envolvido na negociação; ainda não houve comunicação oficial ao Planalto.

O Planalto avalia que a aproximação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode reduzir o impacto político de um possível encontro entre Flávio Bolsonaro e Trump. A reunião, se confirmar, estaria prevista para a próxima semana na Casa Branca.

Fontes do Palácio ouvidas pela CNN Brasil afirmam que o governo não pretende interferir para vetar a conversa entre o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato pelo PL, e Trump. A leitura é de que a proximidade entre as famílias Bolsonaro e Trump não é novidade.

Caso o encontro se realize, o Planalto acompanhará os desdobramentos e reagirá rapidamente a qualquer consequência considerada negativa para o Brasil. A avaliação é de que o episódio se diferencia de ações anteriores, como a visita de Lula a Trump.

Contexto político atual

Interlocutores do governo ressaltam que a possível reunião ocorreria num momento em que a campanha de Flávio vive crise de confiança, após vazamentos envolvendo o Banco Master. O publicitário Eduardo Fischer assumiu o marketing do senador recentemente.

Segundo membros da campanha, o convite para a reunião teria partido da Casa Branca e contado com a mediação do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, com participação de Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio.

Auxiliares do Planalto afirmam não ter comunicação oficial sobre o encontro até o momento.

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