- Tulsi Gabbard enviou carta de demissão ao presidente Donald Trump na sexta-feira, dizendo que deixará o cargo para apoiar o marido, diagnosticado com um tipo extremamente raro de câncer ósseo.
- Ela ocupava o cargo de diretora de inteligência nacional, supervisionando dezoito agências de inteligência dos Estados Unidos.
- A saida ocorre enquanto o relacionamento com a Casa Branca ficou mais restrito em decisões de segurança nacional, incluindo operações militares no Irã e na Venezuela.
- O mandato de Gabbard foi conturbado, com afastamento significativo da tomada de decisões importantes, marcando a saída mais expressiva até agora do grupo de restritores.
- Ela permanecerá no posto até trinta de junho, conforme a carta divulgada pelo seu gabinete.
Tulsi Gabbard apresentou nesta sexta-feira a carta de renúncia ao presidente Donald Trump, encerrando seu mandato como diretora de Inteligência Nacional. A funcionária, conhecida por defender uma política externa mais contida, deixa o cargo para apoiar o marido em meio a um diagnóstico de câncer de osso raro.
A saída ocorre após um período em que Gabbard teve atuação limitada pelo governo em decisões de segurança nacional, incluindo operações militares no Irã e na Venezuela. Embora tenha feito parte de uma coalizão com alinhamentos divergentes, sua atuação ficou em segundo plano em temas centrais da agenda de segurança.
Gabbard, de 45 anos, informou que permanecerá no cargo até 30 de junho. Em seu comunicado, ela cita o diagnóstico do marido, Abraham Williams, como motivo para se afastar do serviço público temporariamente, para apoiá-lo nesse momento. O casal é casado desde 2015, e Williams é cinematógrafo.
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