- Deputados federais recebem, além do subsídio de 46,4 mil, uma verba de gabinete de 165,8 mil mensais para manter equipes de trabalho, incluindo assessoria.
- Pode-se contratar até 25 secretários parlamentares para atuar em Brasília e no interior, em cargos em comissão, sem necessidade de concurso.
- Os salários dos secretários variam entre 1.710 e 25.958, definidos pela Mesa Diretora conforme escolaridade e atribuições.
- A verba de gabinete cobre folha de pagamento; despesas com passagens, combustíveis e publicidade são pagas pela Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP).
- Em fevereiro de 2026 houve atualização: o teto subiu de 133,2 mil para 165,8 mil por parlamentar, para recompor poder de compra e acompanhar reajustes salariais.
A Câmara dos Deputados mantém, além do subsídio salarial fixo de 46,4 mil reais, um recurso mensal adicional de 165,8 mil reais destinado exclusivamente à manutenção das equipes de trabalho dos deputados. Esse montante é chamado oficialmente de verba de gabinete.
A verba serve para custear remunerações de cargos em comissão de assessoria. De acordo com dados oficiais divulgados pelo portal G1, o teto permite contratar até 25 secretários parlamentares por gabinete para atuação em Brasília e nas bases políticas nos estados.
Os salários dos assessores variam conforme escolaridade e atribuições internas, com valores entre 1.710 reais e 25.958 reais. Despesas com passagens, combustível e publicidade do mandato são pagas por meio da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP).
Atualização de 2026
Em fevereiro de 2026, a direção da Câmara aprovou uma atualização do teto da verba de gabinete para recompor o poder de compra e cobrir o aumento salarial dos secretários. A Mesa Diretora elevou o valor global por parlamentar de 133,2 mil para 165,8 mil reais.
A mudança, publicada por ato da Mesa, coloca o controle e a distribuição da verba sob responsabilidade direta de cada deputado. O mecanismo continua ligado ao financiamento da folha de pagamento, sem afetar a CEAP.
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