- A partir de 30 de maio, os ônibus municipais do Rio aceitarão apenas Pix, débito ou crédito; dinheiro em espécie não será mais aceito para pagamento de passagens.
- O dinheiro não deixará de existir: poderá ser usado para comprar ou recarregar cartões, em máquinas de autoatendimento Jaé, pontos credenciados e bilheterias dos terminais do BRT.
- A partir de 26 de maio, o cartão verde unitário, carregado para uma viagem, poderá ser comprado em dinheiro em 700 bancas da cidade.
- Detalhes completos da medida serão divulgados em entrevista coletiva do prefeito Eduardo Cavaliere na segunda-feira, 25, às 8h, no Centro de Operações e Resiliência.
- O Ministério Público do Rio instaurou, em 15 de maio, um inquérito civil para investigar a decisão, solicitando esclarecimentos sobre fundamentos técnicos e possíveis alternativas para usuários sem acesso a meios digitais.
O sistema de ônibus da cidade do Rio de Janeiro passará a aceitar Pix, débito e crédito para pagamento das passagens. A mudança entra em vigor a partir de 30 de maio. Com a medida, os coletivos não aceitarão mais dinheiro em espécie na catraca.
Segundo a Secretaria Municipal de Transportes, a atualização busca aumentar a segurança, reduzir fraudes e agilizar o embarque. A novidade também visa maior transparência no uso de subsídios públicos. A secretaria informou que o dinheiro não deixará de existir: continuará disponível para recarga e compra de créditos.
A recarga em dinheiro poderá ser feita em máquinas de autoatendimento Jaé, em pontos credenciados e nas bilheterias dos terminais do BRT. Além disso, a partir de 26 de maio, o cartão verde unitário, para uma viagem, estará disponível para compra em dinheiro em 700 bancas da cidade.
O prefeito Eduardo Cavaliere deverá detalhar a operação em entrevista coletiva nesta segunda-feira, 25, às 8h, no Centro de Operações e Resiliência (COR). A fala deverá esclarecer diretrizes técnicas e administrativas da mudança.
Investigação do MPRJ
O Ministério Público do Rio de Janeiro abriu um inquérito civil em 15 de maio para apurar a decisão de encerrar o pagamento em dinheiro nos ônibus municipais. O MPRJ solicitou à Secretaria informações sobre motivos técnicos e administrativos que embasaram a medida. Também pediu dados sobre alternativas para usuários sem acesso a meios digitais.
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