Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Plano indígena depende de escuta e diversidade, afirma Margareth Menezes

Plano nacional das culturas dos povos indígenas depende de escuta ativa e diversidade, diz Margareth Menezes em Aracruz, fortalecendo políticas culturais

A ministra da Cultura, Margareth Menezes visita expositores na Feira de Economia Criativa e Solidária na 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, em Aracruz (ES). Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
0:00
Carregando...
0:00
  • A ministra da Cultura, Margareth Menezes, participou de reunião em Aracruz (ES) do grupo de trabalho responsável pelo Plano Nacional das Culturas dos Povos Indígenas.
  • Ela disse que o plano depende de escuta ativa e do reconhecimento da diversidade cultural entre povos, línguas e tradições diferentes.
  • Margareth Menezes apontou uma dívida histórica do Estado com os povos originários e destacou o fortalecimento da institucionalidade do Ministério da Cultura.
  • O objetivo é ampliar as políticas culturais para chegar a aldeias, escolas, periferias e Pontos e Pontões de Cultura, atingindo várias regiões do país.
  • A reunião contou com representantes de organizações indígenas e do MinC, como Apib, Coiab, ANMIGA, Umiab, Xingu e Comitê de Cultura do Acre, entre outros, reforçando o apoio às políticas Cultura Viva e Aldir Blanc.

O Plano Nacional das Culturas dos Povos Indígenas depende de escuta ativa e do reconhecimento da diversidade cultural, afirmou a ministra da Cultura, Margareth Menezes, durante reunião do grupo de trabalho responsável pela política, em Aracruz, no Espírito Santo. A sessão contou com rituais, música e danças de lideranças indígenas.

A ministra ressaltou que o processo também busca atender a uma dívida histórica do Estado com os povos originários. O objetivo é fortalecer a institucionalidade do Ministério da Cultura para evitar retrocessos e ampliar a presença de políticas culturais em todo o país.

Segundo Menezes, as ações devem alcançar aldeias, escolas, periferias e espaços como Pontos e Pontões de Cultura, refletindo a diversidade regional. Ela enfatizou que o Brasil possui padrões culturais diferentes e que não se deve limitar a atuação a apenas um território.

A visão é ampliar a capilaridade das políticas culturais, com participação da sociedade civil para consolidar conquistas. A gestão conjunta deve manter medidas como a Política Nacional Cultura Viva e a Política Nacional Aldir Blanc, de forma contínua.

Participaram do encontro representantes de organizações indígenas e de órgãos públicos, como o Comitê de Cultura do Acre, a Associação Xingu, a Umiab, a Apib, a Coiab e a ANMIGA. As entidades discutiram caminhos para a implementação das políticas.

A mobilização teve a participação de outras lideranças de povos originários e de organizações civis ligadas aos povos indígenas, que apresentaram pautas e demandas para implementação efetiva das políticas culturais. A reunião ocorreu em Aracruz e contou com a presença de diversas lideranças.

*A equipe de reportagem viajou a convite do Ministério da Cultura*

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais