- Trump afirmou, em publicação na Truth Social, que um acordo de paz com o Irã está “em grande parte negociado” e será anunciado em breve.
- O presidente informou que o Estreito de Ormuz será reaberto como parte do entendimento, ainda sujeito a finalização entre EUA, Irã e demais participantes.
- A chamada, feita do Salão Oval, reuniu dez líderes regionais para tratar do memorando de entendimento entre as partes.
- Participaram da ligação o rei Salman, da Arábia Saudita; Mohammed bin Zayed Al Nahyan, dos Emirados Árabes Unidos; emir Tamim bin Hamad Al Thani e o primeiro-ministro Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, do Catar; Asim Munir, do Paquistão; Recep Tayyip Erdogan, da Turquia; Abdel Fattah El-Sisi, do Egito; Abdullah II, da Jordânia; e Hamad bin Isa Al Khalifa, do Bahrein.
- Trump também disse ter mantido uma ligação positiva com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu; governo iraniano ainda não se pronunciou.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que um acordo de paz com o Irã está “em grande parte negociado” e que o anúncio formal será feito em breve. A declaração foi publicada na Truth Social, a partir do Salão Oval.
Segundo a postagem, o entendimento depende de uma finalização entre EUA, Irã e outros países participantes. Trump diz que, entre os itens do acordo, o Estreito de Ormuz será reaberto.
A publicação descreve uma ligação do Salão Oval com dez líderes regionais para tratar do Irã e do memorando de entendimento. Participaram reis, príncipes e chefes de governo de várias nações da região.
Entre os interlocutores mencionados estão o rei Salman, da Arábia Saudita; Mohammed bin Zayed Al Nahyan, dos Emirados; Tamim bin Hamad Al Thani, do Catar; e o primeiro-ministro do Catar, Mohammed bin Abdulrahman Al Thani. Também houve participação de Turquia, Egito, Jordânia e Bahrein.
A nota não detalha termos do memorando nem estabelece prazo para o anúncio formal. Também não houve confirmação oficial do lado iraniano até o momento da publicação.
Separadamente, Trump afirmou ter mantido ligação com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, descrita como positiva. A comunicação não apresenta novos elementos sobre o andamento das negociações.
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