- Em dois mil e vinte e cinco, o Itamaraty pagou aproximadamente R$ sessenta e dois milhões em auxílio-moradia a funcionários no exterior, com cerca de quinze por cento ficando nos Estados Unidos.
- Os EUA seguem entre os principais parceiros comerciais do Brasil e destino de turistas e imigrantes, mesmo com relação conturbada a partir de mil e vinte e cinco.
- Depois dos EUA, os gastos com funcionários custam mais na Suíça, onde o Itamaraty atua perante a ONU e outras organizações internacionais, como a Organização Mundial do Comércio.
- O posto mais caro é a Missão Permanente do Brasil na Organização das Nações Unidas, em Nova York, que teve custo de R$ treze milhões e novecentos mil em dois mil e vinte e cinco (abaixo do valor de 2024, que foi R$ quinze milhões e setecentos mil).
- Dentre os gastos, um funcionário da missão recebeu auxílio-moradia de R$ 1,02 milhão em dois mil e vinte e cinco.
O Itamaraty informou que, em 2025, cerca de 15% do auxílio-moradia pago pela pasta ficou nos Estados Unidos. O governo havia repassado aproximadamente R$ 62 milhões para funcionários atuando no país.
Foco geográfico e custos totais
Os EUA continuam entre os destinos com maior gasto de pessoal, apesar de tensões diplomáticas desde 2025, quando houve medidas como tarifas e restrições a vistos. Em seguida, aparecem questões de custos com funcionários na Suíça, junto à ONU e a outros organismos internacionais, como a OMC.
Missão Permanente da ONU
O posto mais caro para o Itamaraty é a Missão Permanente do Brasil na ONU, em Nova York. Em 2025, o custo dessa missão foi de R$ 13,9 milhões, ainda abaixo de 2024, quando foi registrado R$ 15,7 milhões.
Distribuição de custos na missão nova-iorquina
Uma das maiores parcelas de auxílio-moradia foi de R$ 1,02 milhão, paga a um funcionário da missão em 2025. Esses valores refletem a estrutura de alocação de pessoal e de responsabilidades da representação brasileira ante organismos internacionais.
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