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Caso Henry: Medeiros e Jairinho voltam ao tribunal após adiamento do julgamento

Monique Medeiros e Jairinho voltam ao banco dos réus após júri ser remarcado; defesa abandonou a sessão e STF restabeleceu a prisão de Monique

O menino Henry morreu aos 4 anos de idade
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  • Monique Medeiros e o ex-vereador Jairinho voltam ao banco dos réus nesta segunda-feira (25), no II Tribunal do Júri da Capital, com a juíza Elizabeth Louro à frente.
  • O júri popular havia sido adiado em 23 de março, quando a defesa de Jairinho deixou o plenário; a magistrada viu a ação como manobra para remarcação.
  • A prisão preventiva de Monique foi restabelecida pelo Supremo Tribunal Federal; Jairinho está preso há cinco anos.
  • O Ministério Público do Rio de Janeiro acusa Jairinho de homicídio qualificado e Monique de omissão na morte de Henry Borel, de 4 anos, ocorrida em 8 de março de 2021.
  • A sessão terá sorteio de jurados, início com testemunhas de acusação, debates de até duas horas para cada lado e sentença proferida pela juíza ao final.

O caso Henry volta ao banco dos réus nesta segunda-feira (25). Monique Medeiros, mãe da criança, e Jairo Souza Santos Júnior, o ex-vereador Jairinho, serão julgados novamente no II Tribunal do Júri da Capital. A sessão tem início às 9h e será presidida pela juíza Elizabeth Louro.

O júri popular havia sido adiado em 23 de março, quando a defesa de Jairinho deixou o plenário. A magistrada entendeu a ação como manobra para postergar o julgamento. Na ocasião, Monique chegou a ter a liberdade autorizada, mas a prisão preventiva foi restabelecida pelo STF.

Jairo é acusado de homicídio qualificado e Monique responde por omissão na morte do filho Henry, aos 4 anos, ocorrida em 8 de março de 2021. O MPRJ sustenta que o enteado também sofreu sofrimento físico e mental em outras ocasiões naquele ano.

Como será o julgamento

O Tribunal de Justiça do Rio determinou 15 jurados para a abertura, com sorteio de 7 para o Conselho de Sentença. Defesa e Ministério Público podem recusar até três jurados. As oitivas começam pelas testemunhas da acusação, seguidas pela defesa e, por fim, pelos réus.

A acusação tem 2h30 para apresentar seus argumentos, o mesmo tempo é reservado às defesas. A réplica e a tréplica poderão ocupar até 2 horas cada. Os jurados respondem a quesitos sobre materialidade e autoria, com decisão por maioria.

Desdobramentos previstos

A sentença será proferida pela juíza após as votações. O processo segue com tramitação normal até o resultado final. A cobertura é feita com foco em dados oficiais do tribunal e do Ministério Público.

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