- A defesa da ex-oficial de chancelaria do Itamaraty, Flávia Medeiros, busca reverter a exoneração na Justiça na próxima semana.
- Medeiros foi exonerada após ser barrada em banca de heteroidentificação, com a banca afirmando que ela era branca, o que a exonera pela negativa de cotas raciais.
- A advogada Stéphanie de Sá afirmou que a banca cometeu um erro que “salta aos olhos”.
- A Advocacia-Geral da União não respondeu ao pedido, e o Ministério das Relações Exteriores também não comentou.
- Segundo a defesa, a banca de 2024 considerou Medeiros branca, o que contrasta com a percepção da operadora do concurso.
A defesa de Flávia Medeiros, ex-oficial de chancelaria do Itamaraty, pretende reverter a exoneração na Justiça na próxima semana. Medeiros foi demitida após a banca de heteroidentificação considerá-la branca e barrá-la por cotas raciais. A advogada da ex-servidora contestou o laudo, afirmando que houve erro que salta aos olhos.
A Advocacia-Geral da União (AGU) e o Ministério das Relações Exteriores não se manifestaram sobre o caso até o momento. A defesa sustenta que a decisão administrativa foi incorreta e pode ser revisada por meio de ação judicial em curso.
Segundo a defesa, o processo de heteroidentificação, realizado em 2024, não retrata a realidade de Medeiros, que teve a identidade racial questionada no procedimento para preenchimento de vaga pela política de cotas. A advogada pretende esclarecer os fatos e buscar a recontratação ou compensação adequada.
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