- Na retomada do julgamento do Caso Henry Borel, a defesa confirmou que um advogado sofreu infarto nos dias que antecederam a sessão.
- O advogado Rodrigo Faucz afirmou que o júri será realizado conforme o previsto no II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, mesmo com o problema de saúde.
- O julgamento analisa a morte do menino de 4 anos, ocorrida em 2021; o ex-vereador Jairinho e Monique Medeiros respondem por homicídio qualificado tríplice circunstância, tortura e fraude processual.
- O processo havia sido adiado em março após a defesa deixar o plenário; os advogados de Jairinho buscam apontar informações desencontradas em laudos periciais, alegando mudanças 40 dias após o fato.
- A acusação, com apoio do pai da criança, Leniel Borel, reivindica penas superiores a 50 anos; o Tribunal do Júri terá sete jurados e decidirá por maioria, presidido pela juíza Elizabeth Machado Louro.
Na retomada do julgamento do Caso Henry Borel, a defesa do ex-vereador Jairinho informou que um dos advogados sofreu um infarto nos dias que antecederam a sessão. A audiência acontece no Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, com a sessão marcada para esta segunda-feira (25).
O advogado Rodrigo Faucz explicou que, apesar do problema de saúde, o julgamento ocorrerá conforme o previsto. A defesa mantém o objetivo de apresentar a linha de defesa durante o júri.
O processo envolve a morte do menino de 4 anos, ocorrida em 2021, e já teve adiamento em março, após a defesa deixar a sessão. A defesa aponta alterações no laudo pericial cerca de 40 dias após o fato.
Atualização sobre o caso
Os réus, Jairinho e Monique Medeiros, são acusados de homicídio triplamente qualificado, tortura e fraude processual. A defesa sustenta informações desencontradas em laudos periciais e mudanças documentais.
A acusação, apoiada pelo pai da vítima, Leniel Borel, solicita penas superiores a 50 anos. Segundo o Ministério Público, as provas incluem mensagens e registros que evidenciariam uma rotina de agressões.
O Tribunal do Júri terá sete jurados e decidirá por maioria de votos a culpa ou inocência. A sessão é presidida pela juíza Elizabeth Machado Louro.
Entre na conversa da comunidade