Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Câmara inicia esforço concentrado para votar PEC que elimina a escala 6×1

Câmara inicia semana de esforço concentrado para votar PEC que acaba com a escala 6x1; leitura do relatório de Leo Prates nesta segunda, com negociação sobre transição entre Lula e Motta

Câmara terá semana de 'esforço concentrado' para a votação de matérias importantes
0:00
Carregando...
0:00
  • Câmara inicia, nesta segunda-feira, 25, uma semana de esforço concentrado para votar a PEC que acaba com a escala 6×1.
  • Comissão especial analisa o tema e lê o relatório do deputado Leo Prates; o texto é lapidado em reunião entre Lula, Hugo Motta e o ministro do Trabalho, Luiz Marinho.
  • O tema central da PEC permanece a adoção da escala 5×2, com redução da jornada de 44 para 40 horas semanais e sem corte de salários.
  • O governo avalia a possibilidade de um regime de transição entre dois e cinco anos, mas Lula já sinalizou abrir espaço para negociação.
  • A oposição defende incluir no texto a opção do trabalhador seguir pela CLT ou ser pago por horas trabalhadas, defendida por pré-candidatos da direita; a votação está prevista para quinta-feira, 28.

A Câmara dos Deputados inicia esta semana com uma ofensiva de trabalho concentrado para votar assuntos prioritários, especialmente a PEC que aboliria a escala 6×1. A leitura do relatório fica a cargo do deputado Leo Prates (Republicanos-BA). O texto deve passar por ajustes em reunião entre Lula, Motta e Luiz Marinho.

A sessão de leitura está marcada para esta segunda-feira, às 17h, na comissão especial que analisa o tema. O encontro entre o presidente Lula, o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, acontece às 9h para alinhamento de detalhes do parecer.

A PEC mantém a proposta de escala 5×2, jornada de 44 para 40 horas semanais e a manutenção de salários. O governo negocia, contudo, uma possível transição de dois a cinco anos, ainda sem consenso. Lula afirmou que prefere 40 horas sem transição, mas admite abrir espaço para negociação.

Segundo o Estadão/Broadcast, o relatório de Prates deve ser votado na comissão especial na quinta-feira, 28, após duas sessões para análise, com o objetivo de encaminhar a matéria ao plenário no mesmo dia. A votação no plenário depende de tempo de vista do parecer.

Oposição defende regime alternativo

A oposição busca incluir no texto a opção de o trabalhador escolher permanecer na CLT ou ser remunerado por horas trabalhadas mediante negociação com o empregador. A ideia é defendida por pré-candidatos de direita, como Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema.

A bancada oposicionista argumenta que a escolha entre regimes trabalhistas ampliaria direitos e flexibilidade, sem comprometer a produtividade. O tema ganha intensidade conforme avanços na tramitação da PEC.

A discussão ocorre em meio a relatos sobre impactos da reforma para servidores e trabalhadores da iniciativa privada. A economia e o mercado aguardam definições, com expectativa de votações ainda nesta semana. Fontes próximas aos trabalhos apontam que o texto pode sofrer ajustes ao longo do processo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais