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Colômbia amplia segurança eleitoral com recompensa de bilhões

Operação "Plano Democracia" mobiliza 228 mil agentes e recompensa até 1 bilhão de pesos por denúncias para prevenir ataques aos presidenciáveis e desinformação

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  • Às vésperas das eleições, a Colômbia lançou o Plano Democracia para evitar ataques, fraudes e interferências, com proteção a candidatos, segurança nos locais de votação, monitoramento cibernético e combate à desinformação.
  • O governo mobiliza 228 mil agentes entre Forças Armadas e polícia para a operação.
  • Há recompensa de até 50 milhões de pesos colombianos para quem fornecer informações sobre crimes eleitorais.
  • Também há prêmio de até 1 bilhão de pesos por denúncias que ajudem a prevenir ataques contra os presidenciáveis.
  • Será criado um fundo especial para fortalecer a proteção dos candidatos na reta final da campanha, com atenção especial à desinformação e a interferências menos visíveis.

O governo colombiano lançou uma ampla operação de segurança eleitoral batizada de Plano Democracia, visando o primeiro turno das eleições presidenciais, marcado para este domingo (31/5). A medida busca evitar ataques, fraudes e interferências durante o processo eleitoral.

Ao anunciar a estratégia nesta segunda-feira (25/5), o ministro da Defesa, Pedro Sánchez, informou que 228 mil agentes serão mobilizados entre as Forças Armadas e a Polícia Nacional. Parte do objetivo é proteger candidatos, locais de votação e o ambiente de voto.

A operação inclui monitoramento cibernético, combate à desinformação e ações para evitar interferência externa. Além disso, o governo criou um fundo especial para reforçar a proteção dos presidenciáveis na reta final da campanha.

As autoridades também estabeleceram recompensas por informações que contribuam para prevenir crimes eleitorais. São oferecidos até 50 milhões de pesos por denúncias sobre esse tipo de crime e até 1 bilhão de pesos por informações que ajudem a prevenir ataques contra candidatos.

> Segundo o Ministério da Defesa, a principal preocupação é com formas menos visíveis de interferência, como desinformação e atuação de grupos organizados nas redes sociais. A ideia é antecipar e neutralizar esses impactos.

O plano prevê ações de proteção aos candidatos, reforço da segurança nos locais de votação e maior acompanhamento de atividades virtuais ligadas ao processo eleitoral. As medidas visam manter a integridade do pleito e reduzir riscos de destabilização.

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