- O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que a proposta para o fim da escala 6×1 prevê jornada de 40 horas semanais e um período de transição de um ano.
- A redução inicial seria de duas horas na carga horária semanal em até sessenta dias após a promulgação da nova regra.
- Depois de doze meses, entraria em vigor a jornada máxima de quarenta horas semanais.
- A mudança abriria espaço para duas folgas por semana já a partir de 2026.
- Regulamentação específica para setores com características operacionais diferenciadas ficaria para uma etapa posterior, após a aprovação da proposta.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, informou que a proposta para encerrar a escala 6×1 prevê uma jornada de 40 horas semanais e um ano de transição para a adaptação de empresas e trabalhadores. A medida busca reduzir a intensificação do trabalho aos fins de semana.
Motta afirmou que o modelo foi alinhado em reunião com o presidente Lula. O desenho prevê reduzir gradualmente a carga horária após eventual aprovação, com um ajuste inicial.
Em 60 dias após a promulgação, haverá uma redução de duas horas na semana. Após 12 meses, a jornada máxima passa a ser 40 horas semanais, abrindo caminho para duas folgas por semana já em 2026.
Detalhes da proposta
Setores específicos da economia deverão ter regulamentação própria somente após a aprovação. Atividades com características operacionais diferenciadas ficarão para uma etapa posterior de regulamentação.
Entre na conversa da comunidade