- Leniel Borel, pai de Henry, afirma que espera que suspeitos sejam condenados e que não haja mais manobras da defesa.
- Leniel disse que a Lei Henry Borel tem ajudado milhares de crianças vítimas de maus-tratos ou negligência pelos pais.
- Jairinho responde por homicídio qualificado; Monique Medeiros também responde por homicídio qualificado e omissão.
- A sessão ocorre com a presença mínima de quinze jurados para ouvir as testemunhas.
- Henry Borel morreu na madrugada de oito de março de dois mil e vinte e um, em Barra da Tijuca; laudo do Instituto Médico-Legal apontou 23 lesões pelo corpo.
O pai de Henry Borel, Leniel Borel, comemorou a condenação de Jairinho e Monique Medeiros como um marco na busca por justiça para o garoto e para outras crianças vítimas de violência. Ele afirmou que a Lei Henry Borel tem ajudado milhares de children e reforçou a expectativa de que os acusados sejam punidos.
Leniel ressaltou que a aplicação da lei traz uma resposta institucional a casos de maus-tratos e negligência, destacando o alcance de medidas protetivas adotadas em nome do filho. O tenha de Henry é lembrado como símbolo da luta por proteção de crianças.
A ação penal envolve Jairinho, acusado de homicídio qualificado, e Monique Medeiros, também indiciada por homicídio qualificado e omissão. A sessão de julgamento ocorreu com a presença mínima de jurados para ouvir as testemunhas.
Contexto do caso
Henry Borel morreu em 8 de março de 2021, na Barra da Tijuca, no apartamento onde vivia com Monique e Jairinho. A defesa dos réus sustenta que houve um acidente doméstico, enquanto o IML identificou 23 lesões no corpo da criança durante a perícia.
A investigação buscou esclarecer as circunstâncias da morte, com relatos que apontavam para uma possível violência física. O processo continua para esclarecer a dinâmica do ocorrido no imóvel.
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