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Lula afirma que extrema-direita teme educação e IA seria usada em eleições

Lula afirma que a extrema-direita teme a educação; vê IA como ferramenta de maldades nas eleições e critica colonialismo digital

25.05.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante sessão de abertura do 1º Fórum de Reitores Brasil - África, no Centro Internacional de Convenções do Brasil CICB. Brasília - DF.Foto: Ricardo Stuckert / PR
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  • Lula afirmou que a extrema-direita teme a educação, pois é onde nasce a consciência, durante o primeiro fórum de reitores Brasil-África, em Brasília.
  • O presidente esteve acompanhado pelos ministros da Educação, da Igualdade Racial e das Relações Exteriores.
  • Lula reforçou a autonomia do ensino brasileiro e disse que as universidades não dependem do tipo de governo que governa o país.
  • Ele criticou a ideia de calar professores e estudantes e a suposta censura de ciência e artes em alguns contextos políticos.
  • Sobre inteligência artificial, Lula criticou seu uso em campanhas eleitorais, chamou-a de ferramenta estratégica, e alertou para o “colonialismo digital” em que poucos países e empresas dominam algoritmos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em Brasília, que a extrema-direita teme a educação por ser onde nasce a consciência. A declaração aconteceu durante o primeiro fórum de reitores Brasil-África.

Participaram do evento, além de Lula, os ministros Leonardo Barchini (Educação), Rachel Barros (Igualdade Racial) e Mauro Vieira (Relações Exteriores). O encontro ocorreu na capital federal nesta segunda-feira.

Lula destacou a autonomia do ensino no país e citou que as universidades não dependem do tipo de governo que assume o poder. Segundo ele, há resistência à autonomia acadêmica em várias partes do mundo.

Inteligência Artificial

O presidente tratou do uso da IA nas eleições, defendendo que a ferramenta pode ter utilidade prática e outras aplicações, além das campanhas. Ele também criticou o que chamou de colonialismo digital, com algoritmos controlados por poucos países e empresas.

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