- Lula iniciou a primeira sessão de radioterapia superficial preventiva em Brasília, após a remoção de carcinoma basocelular no couro cabeludo em abril.
- Serão quinze sessões ao longo de três semanas, com duração de cerca de dois minutos cada, em agenda flexível conforme compromissos oficiais.
- O Hospital Sírio-Libanês informou que a cirurgia foi de baixa complexidade e que a radioterapia busca eliminar células microscópicas remanescentes.
- A equipe médica assegura que o presidente seguirá suas atividades diárias sem restrições, com acompanhamento das equipes médicas.
- Especialistas explicam que o carcinoma basocelular está relacionado à exposição solar e que a radioterapia funciona como medida adicional de segurança; fotoproteção é recomendada.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira (25) a primeira sessão de radioterapia preventiva, em uma unidade hospitalar de Brasília. O tratamento, de rápida duração, faz parte de um protocolo após a remoção de uma lesão no couro cabeludo.
A lesão foi diagnoseada como carcinoma basocelular e removida no fim de abril. Conforme o Hospital Sírio-Libanês, onde ocorreu a internação inicial, o objetivo da radioterapia é eliminar células residuais e ampliar a segurança do pós-operatório.
O cronograma divulgado prevê 15 sessões ao longo de três semanas, com cada sessão durando cerca de dois minutos. A equipe médica garantiu que o presidente manterá a agenda de trabalho durante o tratamento, com acompanhamento constante das equipes de saúde.
Detalhes do procedimento
A decisão de adotar a radioterapia superficial foi tomada pelos médicos após a retirada da lesão tumoral. A junta clínica reforçou que Lula continuará suas atividades diárias sem restrições, sob supervisão médica regular.
O histórico clínico do diagnóstico remonta a participação do presidente em internação no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para procedimentos de baixa complexidade. A internação ocorreu no último mês de abril e incluiu cirurgia para a lesão cutânea e correção no punho, conforme relatos médicos.
Especialistas em oncologia cutânea enfatizam que o carcinoma basocelular é a forma menos letal de câncer de pele, com baixa probabilidade de metástase. A radiação visa evitar células microscópicas que possam ter permanecido após a cirurgia.
A equipe médica também ressaltou a importância da fotoproteção contínua, recomendando uso diário de filtro solar de alto fator e proteção adicional durante atividades ao ar livre.
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