- O ministro canadense da Energia, Tim Hodgson, disse estar “altamente confiante” de que as empresas das areias de petróleo de Alberta conseguem arcar com o custo de construir captura de carbono.
- Hodgson afirmou que, apesar das objeções de que as regras climáticas do Canadá prejudicam a competitividade global, o governo continua otimista sobre a capacidade de absorver o investimento necessário.
- O governo do primeiro-ministro Mark Carney fechou, neste mês, um acordo com Alberta sobre a trajetória do preço industrial do carbono.
- Esse regime faz com que grandes poluidores paguem pelas emissões de carbono e também gere créditos pela redução de gases de efeito estufa.
- O objetivo é alinhar a política de carbono com a indústria, mantendo competitividade e incentivando cortes ambientais.
O ministro de Energia do Canadá, Tim Hodgson, disse estar altamente confiante de que as empresas de areias betuminosas de Alberta conseguem absorver o custo de implementação da captura de carbono (CCS).
A declaração ocorre diante de protestos do setor, que dizem que as regras climáticas do país reduzem a competitividade global. Hodgson enfatizou a viabilidade econômica do investimento.
O governo do primeiro-ministro Mark Carney assinou, no início deste mês, um acordo com Alberta sobre a trajetória do preço industrial do carbono. A medida obriga grandes poluidores a pagar pelas emissões e gera créditos pela redução de gases.
A política associada cria um regime de preço de carbono que estimula cortes de emissões e fornece créditos pelos esforços de mitigação. O objetivo é alinhar indústrias pesadas com metas climáticas nacionais.
Ainda não há detalhes sobre valores ou prazos específicos, mas o acordo visa estabelecer diretrizes para a implementação do CCS e para a gestão do preço de carbono entre Ottawa e Alberta.
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