- Nesta segunda-feira, o II Tribunal do Júri começa a analisar a denúncia de homicídio qualificado contra Jairinho, padrasto de Henry Borel, e Monique Medeiros, mãe da criança.
- O pai da vítima, Leniel Borel, vereador, afirmou que poderá apresentar um novo caso de agressão contra uma menina, alegando que Jairinho já teria queimado uma outra criança.
- Segundo o Ministério Público, Henry Borel morreu em decorrência de 23 lesões no corpo.
- Leniel disse que, se os acusados não falarem o que aconteceu no apartamento, eles permanecem no mesmo crime, com Jairinho na ação e Monique na omissão.
- O pai afirma que falará no júri sobre tentativas de evitar o levamento do corpo ao Instituto Médico Legal e sobre ligações feitas por Jairinho para autoridades.
O II Tribunal do Júri começa nesta segunda-feira (25) a analisar a denúncia de homicídio qualificado contra Jairinho, padrasto da criança, e Monique Medeiros, mãe de Henry Borel. A morte ocorreu em 2021, com o relatório apontando 23 lesões no corpo da vítima.
O pai da vítima, Leniel Borel, vereador, afirmou que apresentará um novo caso de agressão envolvendo Jairinho. Segundo ele, o réu teria queimado uma menina e a mãe não denunciou; Leniel diz ter aguardado cinco anos para levar o tema ao júri.
Leniel disse que espera a condenação dos dois, mas não aposta que eles revelem o que aconteceu no apartamento antes do transporte ao hospital. Ele sustenta que, se não falarem, ambos participam do crime, um por ação, o outro por omissão.
Ao longo do júri, Leniel pretende testemunhar sobre ligações de Jairinho a autoridades para evitar levar o corpo ao IML. O objetivo é esclarecer fatos que, segundo ele, não foram apresentados nas investigações anteriores.
Entre as 27 testemunhas, o pai busca ampliar o retrato do que ocorreu no período anterior à morte, incluindo possíveis apagamentos de dados em dispositivos de Jairinho e Monique, conforme ele prepara seus relatos.
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