- A PEC da jornada 6×1 propõe reduzir a semana de 44 para 40 horas, sem redução salarial, e manter os salários.
- Também prevê dois dias de folga remunerada por semana, encerrando a escala de seis dias consecutivos de trabalho.
- Nesta semana, decisões aparecem decisivas na Câmara dos Deputados, com reunião entre o presidente da Câmara, Hugo Motta, Lula e o ministro do Trabalho, Luiz Marinho.
- O relatório do relator, deputado Léo Prates, deve consolidar os pontos acordados entre o Planalto e a Câmara, com divulgação entre hoje e amanhã.
- A ofensiva é para votação ainda nesta semana na comissão especial e, em seguida, no plenário; as negociações concentram-se nas regras de transição da nova jornada.
A Câmara dos Deputados encara uma etapa decisiva da PEC da jornada 6×1 nesta semana. A proposta propõe reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais sem redução salarial e manter dois dias de folga remunerada por semana. O objetivo é acabar com a escala de seis dias consecutivos de trabalho.
Nesta segunda-feira (25), o presidente da Câmara, Hugo Motta, se reúne com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho. O encontro ocorre antes da apresentação do parecer do relator, deputado Léo Prates, que consolidará pontos negociados entre o Planalto e a Câmara.
O Palácio do Planalto busca apoio suficiente no Congresso, enquanto líderes da Câmara alinham os detalhes finais. A expectativa é de que o parecer seja apresentado entre hoje e amanhã (26) e votado, ainda nesta semana, na comissão especial antes de seguir para o plenário.
Detalhes da negociação
Entre os pontos consensuais, estão a manutenção dos salários e a redução da carga horária para 40 horas. O foco das tratativas tem sido as regras de transição para a nova jornada, já que o tema envolve impactos em pagamentos e prazos de adaptação.
As negociações seguem com o governo atuando para construir um acordo estável, capaz de garantir apoio suficiente no Congresso. As lideranças da Câmara buscam fechar os últimos ajustes para facilitar a votação na comissão especial.
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