Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

PF envia ofício a Mendonça sobre mudança no comando da investigação do INSS

PF diz que realocação na Divisão de Crimes Previdenciários foi apenas burocrática e não interrompe investigações do INSS; oposição critica a manobra

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • A Polícia Federal enviou ao ministro André Mendonça um ofício dizendo que a mudança no comando da investigação sobre as fraudes do INSS foi apenas burocrática e não interfere na condução dos trabalhos.
  • A alteração ocorreu após mudanças nas áreas que apuram fraudes do INSS, com a realocação da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários para a Coordenação de Inquéritos em Tribunais Superiores.
  • O delegado Guilherme Figueiredo Silva passou pela mudança; ele não era o chefe direto da investigação, mas tem visão geral dos inquéritos sobre o tema.
  • Mendonça, relator do caso no STF, demonstrou irritação e chegou a pedir explicações; o ofício foi enviado antes de reunião com os investigadores.
  • A oposição afirma que a mudança pode ter objetivo de blindar o filho do presidente; a PF afirma que houve reforço da equipe e continuidade dos trabalhos.

Após mudanças nas áreas que investigam fraudes do INSS, a Polícia Federal enviou um ofício ao ministro André Mendonça, relator do caso no STF, explicando que a alteração foi de natureza burocrática e não altera a condução das apurações.

A PF informou que os delegados que atuam no tema permanecem no caso e que houve apenas realocação dentro da estrutura da Coordenação de Inquéritos em Tribunais Superiores. A cúpula afirma que houve reforço da equipe.

O ofício foi enviado antes da reunião de Mendonça com os investigadores. O ministro já havia manifestado irritação e demonstrado a intenção de apurar o real motivo das mudanças.

A mudança repercutiu entre a oposição, que vê a medida como tentativa de blindar o filho do presidente, o Lulinha, ligado ao esquema do INSS. O caso envolve Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado em relação a um lobista.

Segundo a PF, a Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários foi realocada sob a guarda da Coordenação de Inquéritos em Tribunais Superiores, mantendo a atuação dos investigadores com foro privilegiado.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais