- O Partido Liberal anunciou nesta segunda-feira a nova equipe de comunicação da pré-campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência.
- A mudança ocorre após a saída de Marcello Lopes da coordenação de comunicação, em meio ao desgaste gerado pelas denúncias sobre o financiamento do filme Dark Horse pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
- Eduardo Fischer passa a ser o consultor estratégico da comunicação, responsável pela definição das diretrizes e do posicionamento da campanha.
- Alexandre Oltramari assume como coordenador de comunicação e marketing; ele já atuou em campanhas de Simone Tebet, Aécio Neves, Marconi Perillo e Wilson Lima.
- O anúncio foi feito pelo senador Rogério Marinho, coordenador-geral da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.
O PL anunciou nesta segunda-feira, 25, a nova equipe de comunicação da pré-campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência. A mudança ocorre após a saída de Marcello Lopes da coordenação de comunicação, em meio ao desgaste envolvendo o financiamento do filme Dark Horse pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Eduardo Fischer assume o papel de consultor estratégico da comunicação. O anúncio indica que ele ficará responsável pela definição das diretrizes e do posicionamento da campanha.
Alexandre Oltramari, sócio de Fischer, passa a atuar como coordenador de comunicação e marketing. Oltramari já atuou como marqueteiro em campanhas de Simone Tebet, Aécio Neves, Marconi Perillo e Wilson Lima.
Mudança de liderança
A novidade foi anunciada pelo senador Rogério Marinho, coordenador-geral da pré-campanha de Flávio Bolsonaro. A direção passa a focalizar o planejamento estratégico de comunicação diante dos recentes acontecimentos.
A equipe recém-formada terá a função de consolidar a mensagem da pré-campanha e orientar a atuação midiática e de redes sociais. A definição de diretrizes visa orientar o parasplanamento de ações institucionais.
A mudança acontece em meio a debates sobre o financiamento de produções associadas ao nome de Flávio Bolsonaro e às ligações com atores envolvidos na oposição ao governo. O PL não informou detalhes de contratos ou valores.
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