- A Confederação 9 de Julho é um movimento político descentralizado, criado por ativistas do interior de São Paulo, com objetivo de formar uma base intelectual e de militância de direita, defendendo liberdade individual, legítima defesa e redução da intervenção do Estado.
- Adota um modelo confederado, sem sede fixa ou presidente único; organizações regionais autônomas participam com peso igual nas decisões, inspiradas pela Revolução Constitucionalista de 1932.
- A relação entre direito às armas e liberdade econômica é central: clubes de tiro promovem educação política, e a economia de escola austríaca é defendida como garantia de independência financeira para manter liberdades.
- A operação internacionalmente é inspirada no La Libertad Avanza, do presidente argentino Javier Milei, com intercâmbio com políticos argentinos para desregulamentação econômica e fortalecimento de estados e municípios frente ao governo federal.
- Nos planos para as próximas eleições, apoiam nomes como Flávio Bolsonaro para 2026, mas visam identificar e eleger candidatos alinhados à pauta em 2028 e 2030, com possibilidade de criação de um partido próprio no futuro.
A Confederação 9 de Julho surge como um movimento descentralizado, fundado por ativistas do interior paulista, com foco em pautas de direita. A organização propõe reduzir a intervenção do Estado e ampliar a liberdade individual, conectando-as ao argumento de legítima defesa.
A estrutura do grupo é confederada e sem sede fixa. Inspirada na Revolução Constitucionalista de 1932, ela funciona por meio de associações regionais autônomas, cada uma com igual peso nas decisões e contribuição financeira própria.
Segundo a leitura dos fundadores, direito às armas e liberdade econômica caminham juntos. Clubes de tiro são usados para educação política, defendendo que um cidadão armado atua como salvaguarda contra governos autoritários.
A influência internacional vem de La Libertad Avanza, de Javier Milei, conforme indicam os integrantes. Intercâmbios com políticos argentinos buscam replicar a desregulamentação radical da economia e o fortalecimento de estados e municípios frente ao governo federal.
Na estratégia eleitoral, a confederação sinaliza apoio a nomes como Flávio Bolsonaro para 2026, mas coloca o plano institucional como prioridade de longo prazo. Para 2028 e 2030, a meta é eleger candidatos alinhados à pauta, possivelmente abrindo caminho a um partido próprio.
Conteúdo com informações apuradas pela Gazeta do Povo. Para entender o tema com mais profundidade, leia a reportagem completa divulgada pela equipe de repórteres.
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