- A Polícia Civil de São Paulo ampliou suspeitas sobre Deolane Bezerra por manter proximidade com Francisca Alves da Silva, mulher de Alejandro Camacho Júnior — irmão de Marcola — o que fortaleceu a hipótese de lavagem de dinheiro ligada ao PCC.
- Deolane foi presa preventivamente em Barueri, no Grande São Paulo, após retornar da Itália; a Interpol dizia monitorar sua atuação em Roma.
- A influenciadora permanece presa no presídio feminino de Tupi Paulista, interior paulista; a defesa nega qualquer ligação com o crime organizado.
- Em audiência de custódia, ela afirmou que os valores recebidos eram legítimos por serviços prestados na época em que exercia a advocacia criminal.
- O advogado de Marcola contestou a inclusão do preso no caso, alegando falta de provas diretas e baseando-se apenas em apelidos de terceiros; outras defesas citadas não se manifestaram plenamente sobre os demais investigados.
A Polícia Civil de São Paulo ampliou as investigações sobre a suposta participação de Deolane Bezerra em atividades de lavagem de dinheiro ligadas ao PCC. A relação da influenciadora com Francisca Alves da Silva, esposa de Alejandro Camacho Júnior — irmão de Marcola — é apontada como um elemento que reforça as suspeitas. A apuração faz parte da Operação Vernix.
De acordo com o andamento do caso, a proximidade entre Deolane e a família de Marcola passou a ser considerada relevante para a avaliação de eventual envolvimento com o crime organizado. Delegados ressaltaram que essa relação aparece como um indicador na linha de investigação em curso.
A prisão de Deolane ocorreu na última quinta-feira, em um condomínio de luxo em Barueri, na Grande São Paulo, após retorno de viagem à Itália. A defesa afirma que a empresária não possui vínculo com a transportadora envolvida nem conhecimento sobre seus proprietários. Ela permanece detida no presídio feminino de Tupi Paulista.
Durante a audiência de custódia, a defesa ressaltou que os valores faturados pela atuação profissional na advocacia criminal eram recebidos de forma legítima. Advogados de outros investigados contestaram a inclusão de seus clientes no caso, alegando falta de provas diretas sobre participação em operações da transportadora.
A equipe de defesa de Deolane informou que continuará a esclarecer a situação e que novas etapas processuais devem comprovar a inocência. Não houve manifestação oficial de representantes de todos os investigados, e as informações oficiais seguem em tramitação no âmbito da Justiça. A investigação continua com medidas de coleta de provas e depoimentos.
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