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Zema critica aproximação com Brics e chama bloco de Frankenstein

Pré-candidato Romeu Zema critica aproximação do Brasil com Brics, chama o bloco de Frankenstein e defende diplomacia mais imparcial com o Ocidente

Na imagem, Romeu Zema em evento da Amcham
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  • Romeu Zema, pré-candidato do Novo, criticou a aproximação do Brasil com o Brics, chamando o bloco de Frankenstein e de colcha de retalhos, em evento da Amcham em São Paulo.
  • O ex-governador afirmou que o Brasil deve olhar mais para o Ocidente e defender uma diplomacia com Itamaraty imparcial e profissional.
  • Ele defendeu que a diplomacia brasileira volte às origens, mantendo uma posição neutra em relação a Estados Unidos, China e Europa.
  • Zema questionou a possível indicação de Eduardo Bolsonaro para o Ministério das Relações Exteriores por Flávio Bolsonaro, dizendo preferir pessoas com carreira e competência.
  • Além disso, criticou a atuação de Eduardo Bolsonaro junto ao governo de Donald Trump, associando-a a impactos negativos na relação com os Estados Unidos em 2025.

Romeu Zema, pré-candidato do Novo à Presidência, afirmou em São Paulo que vê a aproximação do Brasil com os BRICS de forma crítica, chamando o bloco de Frankenstein e de uma colcha de retalhos. O comentário ocorreu durante o evento O Brasil que Queremos, promovido pela Amcham Brasil.

O ex-governador de Minas Gerais ressaltou que o Itamaraty precisa manter imparcialidade e defender relações com o Ocidente. Ele defendeu uma diplomacia mais profissionalizada e uma atuação menos inclinada a blocos específicos.

O encontro, ocorrido na capital paulista, reuniu representantes do setor produtivo e potenciais candidatos à Presidência. Zema enfatizou a necessidade de reduzir distâncias com países ocidentais e manter vínculos com Europa e Américas.

A posição sobre os BRICS

Zema criticou o alinhamento atual com o bloco, afirmando que o Brasil tem perdido foco nas relações com as potências ocidentais. O ex-governador afirma que o país deve rever prioridades e evitar dependência excessiva de um eixo único.

Itamaraty mais isento

O pré-candidato disse que a diplomacia brasileira deve voltar às origens, buscando isenção. Ele citou a importância de profissionais qualificados para conduzir a política externa, sem favoritismos.

Possível ministro e críticas a alianças

A fala também abordou a discussão sobre indicações para o Ministério das Relações Exteriores. Zema indicou preferência por quadros com carreira comprovada, descartando favoritismo de parentes de políticos. Ele citou tensões com o governo de Donald Trump.

Consequências para políticas externas

Sobre as relações com os Estados Unidos, Zema mencionou impactos de decisões recentes que, segundo ele, prejudicaram o Brasil. Ele atribuiu parte da retaliação do tariffário de 2025 a ações de aliados próximos ao governo.

Contexto político

A posição de Zema se insere em um momento de acirramento entre defesa de agenda pró-ocidente e defesa de cooperação com demais blocos. A agenda externa é usada como tema central na corrida presidencial, com diferentes cenários de alianças internacionais.

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