- O vice-presidente Geraldo Alckmin disse que a ideia de reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais não tem relação com as eleições.
- A Proposta de Emenda Constitucional prevê transição gradual: de 44 horas para 42 horas, chegando a 40 horas em 2027.
- O relatório foi lido na segunda, mas a votação foi adiada por pedido de vistas.
- Alckmin elogiou o texto e afirmou que a implantação ocorrerá em duas etapas: metade da redução agora e o restante em um ano.
- Ele participou de visita a uma concessionária de carros elétricos em Brasília para conhecer o modelo de crédito a motoristas de aplicativo e taxistas.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira (26) que a ideia de acabar com a jornada de trabalho 6×1 não tem relação com as eleições. Ele destacou a aprovação na CCJ e mencionou a transição gradual para reduzir a jornada.
Durante a visita a uma concessionária de carros elétricos em Brasília, Alckmin informou que o projeto de PEC reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, com transição prevista para 42 horas antes de chegar a 40. A votação da proposta foi adiada por pedido de vistas na CCJ.
Ele ressaltou que a tendência é global e que a mudança não é exclusiva do Brasil. O vice-presidente relembrou a histórica redução para 44 horas iniciada há 38 anos, defendendo uma evolução gradual.
A PEC em análise prevê mudanças ao longo de 2027, com metade da redução já ocorrendo de imediato e o restante ocorrendo ao longo do próximo ano. O objetivo é alinhar o país a padrões internacionais de duração da semana de trabalho.
Em relação ao contexto econômico, Alckmin citou a implementação de medidas associadas a crédito para motoristas de aplicativo e taxistas, alinhadas ao novo programa de crédito. O foco é facilitar a adaptação ao novo regime de jornada.
Fonte ligada ao governo informou que a Câmara dos Deputados encerrou o entendimento sobre o texto, mantendo a estratégia de transição para 40 horas. A aprovação depende de deliberação seguinte na Casa, sem data marcada.
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