- O vice-presidente Geraldo Alckmin disse que as mulheres são as principais beneficiadas com o fim da escala 6×1 e que a mudança é uma tendência mundial.
- Sobre a PEC da redução da jornada, ele afirmou que a proposta não tem relação específica com eleição e que a tendência decorre da tecnologia, citando agricultura, indústria e serviços.
- Alckmin afirmou que as maiores favorecidas serão as mulheres, devido à jornada no trabalho e à rotina em casa.
- O vice-presidente afirmou que Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta, alinharam junto ao relator Leo Prates um bom entendimento para o texto.
- O acordo prevê redução de 44 para 40 horas em 14 meses, com a primeira etapa já neste ano se a tramitação for rápida no Senado, o que pode enfrentar entrave pela relação entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, após a derrota da indicação de Messias ao STF.
Geraldo Alckmin, vice-presidente da República, afirmou nesta terça-feira (26/5) que a redução da jornada de trabalho proposta pela PEC está alinhada com tendências globais. Ele participou de uma visita a uma concessionária da GWM em Brasília, onde comentou o tema sem vincular a trabalho de campanha. Segundo o vice, a medida envolve a transição da escala 6×1 para uma jornada mais curta.
Alckmin destacou que as mulheres devem ser as principais beneficiadas pela mudança, que envolve não apenas a jornada de trabalho, mas também a organização doméstica. Ele afirmou que a PEC não tem relação específica com eleitoral, enfatizando uma leitura de curto e médio prazo para produtividade e inclusão.
O relato do vice é de que a agenda de redução de jornada tem adesão de setores produtivos pela maior automação e uso de tecnologia. Ele citou agricultura, indústria e serviços como áreas onde a tecnologia tende a reduzir a necessidade de mão de obra tradicional.
Entendimento entre Planalto e Câmara
O vice-presidente avaliou que Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta, alinharam um acordo preliminar com o relator Leo Prates. O texto prevê a queda da jornada de 44 para 40 horas semanais em 14 meses, com a primeira etapa de transição já neste ano.
Caso a tramitação ganhe celeridade no Senado, a passagem da proposta pode acelerar. O acordo encontra obstáculos políticos, principalmente devido a divergências entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, após a derrota na indicação de Jorge Messias ao STF.
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