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Deolane afirma em carta na prisão que mãe está enjaulada por perseguição

Deolane Bezerra afirma inocência em carta na prisão; nega ligação com PCC e aponta perseguição e falta de oitiva

Deolane foi presa em operação da polícia e do Ministério Público na semana passada
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  • Deolane Bezerra escreveu uma carta manuscrita, divulgada pela irmã Dayanne Bezerra, durante visita à Penitenciária Feminina de Tupi Paulista.
  • A influenciadora nega qualquer ligação com o Primeiro Comando da Capital e afirma ser vítima de perseguição há anos.
  • A polícia e o Ministério Público a apontam como participante de um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC; investigadores citam proximidade com a família do líder Marcola.
  • Ela afirma que o valor citado no inquérito corresponde a honorários advogatícios recebidos legalmente, de R$ 24.500, e nega uso indevido de recursos.
  • A carta também acusa falta de oportunidade de esclarecimentos formais e reforça que nunca esteve na Penitenciária de Presidente Venceslau.

Deolane Bezerra, advogada e influenciadora, se manifestou pela primeira vez desde a prisão preventiva decretada no contexto de investigação sobre suposto envolvimento com o crime organizado. A carta manuscrita foi divulgada pela irmã Dayanne Bezerra após visita à Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, interior de São Paulo.

Na mensagem, a profissional negou ligação com o PCC e criticou a condução do inquérito. Disse que vem sendo alvo de perseguição há anos e afirmou não ter tido oportunidade de esclarecer os fatos durante o processo. Também destacou que é mãe, empresária e advogada.

A equipe de investigação sustenta que ela participava de um esquema de lavagem de dinheiro ligado à facção. Aponta, ainda, proximidade com a família de Marcola, líder da organização, que permanece preso em Brasília.

De acordo com o texto, não houve oitiva formal no inquérito ao longo de mais de quatro anos, e a prisão ocorreu sem chance de esclarecimento. A autora descreve a situação como perseguição e enfatiza a vida pública como fator de exposição.

A carta também aborda questões financeiras. Segundo Deolane, o valor citado para investigado seria apenas honorários legais recebidos pela atuação como advogada, no montante de R$ 24.500, e não indicações de riqueza ilícita.

Ela nega possuir grande número de empresas em seu nome, afirmando que a informação é falsa e passível de verificação na Junta Comercial. Além disso, afirma nunca ter atuado dentro de penitenciárias, inclusive a de Presidente Venceslau.

Em trecho final, a influenciadora pediu apoio de seguidores durante o período de prisão, reafirmando acreditar na própria inocência e destacando sua atuação profissional como advogada e empresária.

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