- Flávio Bolsonaro avalia estender a viagem aos EUA devido à agenda apertada de Donald Trump, ligada a um possível acordo sobre a guerra do Irã, com retorno inicialmente previsto para quarta-feira, 27.
- A agenda oficial de Trump não incluiu encontro com Flávio nesta terça-feira, 26, ainda que a tarde possa reservar uma brecha para uma reunião.
- A CNN informou que, se não houver encontro com Trump, Flávio pode se reunir com o vice-presidente dos EUA, JD Vance.
- O entorno do senador também defende que ele reúna-se com senadores conservadores para fortalecer o plano de disputar o Palácio do Planalto neste ano.
- Caso haja reunião com Trump ou Vance, Flávio deve defender que facções criminosas no Brasil sejam classificadas como movimentos terroristas; o governo brasileiro avalia contramedidas, incluindo a atuação do chanceler Mauro Vieira junto ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) avalia estender sua permanência nos Estados Unidos devido à agenda apertada do presidente Donald Trump, que tem se dedicado a um acordo relacionado à guerra no Irã. A ideia é ganhar espaço na programação para um possível encontro.
O programa original apontava retorno ao Brasil nesta quarta-feira (27). Porém, diante da indefinição sobre a reunião desta terça-feira (26), o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro gaugea manter a viagem e aguardar novas oportunidades.
A agenda oficial divulgada para Trump nesta terça não contempla o encontro com Flávio. Ainda assim, a trilha de compromissos do presidente pode abrir uma brecha para o senador, conforme apurou a imprensa.
Caso não haja reunião com Trump, a reportagem indica a possibilidade de Flávio enfrentar uma agenda com o vice-presidente dos EUA, JD Vance, segundo fontes próximas ao entorno do senador.
O entorno de Flávio defende que haja contatos com senadores conservadores para fortalecer o atrativo político de seu projeto de disputar a Presidência neste ano.
Em eventual encontro com Trump ou com Vance, Flávio deve defender propostas de endurecimento na classificação de facções criminosas no Brasil, tratando-as como movimentos terroristas, conforme apontam análises veiculadas pela imprensa.
O governo brasileiro planeja uma resposta diplomática caso Flávio obtenha avanços, incluindo a atuação do chanceler Mauro Vieira junto ao governo dos Estados Unidos e a possível interlocução com o secretário de Estado americano, Marco Rubio.
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