- Hugo Motta descartou mudanças no prazo de transição para o fim da jornada 6×1, afirmando ter plena convicção de que a proposta será aprovada nesta semana.
- Em entrevista à CNN Brasil, o presidente da Câmara disse que a transição de um ano é justa.
- O texto prevê que, 60 dias após a promulgação, o trabalhador terá dois dias de descanso e a jornada cairá de quarenta e quatro para quarenta e dois horas semanais.
- Após um ano, ocorre nova redução de duas horas, chegando a quarenta horas semanais, totalizando uma transição de até quatorze meses.
Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, afirmou à CNN Brasil nesta terça-feira que não há previsão de mudanças no período de transição para a implantação da jornada de 40 horas semanais. A declaração ocorreu durante entrevista, com o objetivo de manter o cronograma já acordado.
O deputado reiterou ter plena convicção de que a Câmara aprovará a matéria ainda nesta semana. A avaliação é de que a proposta caminhe sem alterações significativas, mantendo o pacto entre governo e Legislativo sobre o tempo de transição.
Pelo texto divulgado, a transição ocorre ao longo de 14 meses. Após 60 dias da promulgação, o trabalhador terá direito a dois dias de descanso, e a carga passará de 44 para 42 horas semanais. Ao fim de um ano, haverá nova redução para chegar a 40 horas semanais.
Detalhes da transição
O parecer da proposta foi apresentado na segunda-feira, 25, após acordo entre o governo e o Congresso. O conjunto de regras prevê ajustes gradativos ao longo do período, com metas intermediárias até o atingimento da carga horária de 40 horas semanais ao final dos 14 meses.
Entre na conversa da comunidade