- Nikolas Ferreira reagiu ao encontro entre Flávio Bolsonaro e Donald Trump, destacando que a aproximação Brasil–EUA pode impactar áreas como segurança pública, tecnologia, comércio internacional e agronegócio.
- O encontro ocorreu no Salão Oval da Casa Branca, na terça-feira (26/5), e Flávio foi acompanhado do irmão Eduardo Bolsonaro.
- Segundo o blogueiro Paulo Figueiredo, a reunião durou cerca de uma hora e meia, chegando por volta das 15h e saindo por volta das 16h40.
- Flávio entregou camisas da Seleção Brasileira a Trump, a assessores e a familiares do presidente, com mais de dez peças segundo Figueiredo.
- A reunião não constava na agenda oficial; aliados afirmam que o convite partiu do governo norte‑americano e foi enviado por e-mail, em contexto de estratégia de Flávio para 2026 e após Lula ter sido recebido por Trump há cerca de 20 dias.
Nikolas Ferreira reagiu ao encontro entre Flávio Bolsonaro e Donald Trump na Casa Branca, realizado nesta terça-feira (26/5) em Washington. O deputado federal comentou sobre possíveis impactos da aproximação Brasil-EUA em áreas como segurança pública, tecnologia, comércio e agronegócio. A reação ocorreu após o encontro no Salão Oval, que reuniu também Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, blogueiro bolsonarista.
Flávio Bolsonaro esteve acompanhado do irmão, Eduardo, durante a visita à sede do governo norte‑americano. O encontro durou aproximadamente 90 minutos, segundo Figueiredo, que acompanhou o grupo desde as 15h até as 16h40.
Durante a passagem pela Casa Branca, Flávio presenteou Trump e familiares com camisas da Seleção Brasileira, em mais de dez peças entregues, conforme relato de Figueiredo. A reunião não constava na agenda oficial divulgada pelo governo americano.
Detalhes logísticos e agenda
A visita ocorreu sem divulgação prévia na lista de compromissos oficiais. Aliados de Flávio afirmaram que o senador optou por não confirmar a viagem antecipadamente para evitar alterações na agenda presidencial.
Interlocutores próximos ao senador destacaram que o convite para o encontro teria partido do governo dos Estados Unidos, enviado por e-mail. A reunião acontece em meio a fluxos de apoio à projeção diplomática de Flávio para 2026, segundo apuração publicada pela coluna de Igor Gadelha.
Contexto e repercussões
A atividade acontece pouco tempo após o encontro de Lula com Trump na Casa Branca, que integrou elogios públicos do presidente norte‑americano. A leitura entre aliados de Flávio aponta a tentativa de ampliar a visibilidade internacional do senador, em meio a questões recentes envolvendo associações financeiras que circulam em reportagens.
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