- Otto Alencar, presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, já iniciou conversas com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sobre a proposta da escala de trabalho 6×1.
- A pauta deve avançar na Câmara nesta semana e, em seguida, seguir para análise dos senadores; Alcolumbre sinalizou que prefere aguardar a chegada formal do texto ao Senado.
- O senador busca reduzir resistências políticas e evitar que o histórico de instabilidade entre o presidente Lula e Alcolumbre atrapalhe a tramitação.
- Além da escala 6×1, a PEC da Segurança Pública deve tramitar na CCJ após o feriado, com compromisso de encaminhamento rápido à comissão.
- A PEC do Banco Central também deve ser enviada à CCJ após o feriado, com objetivo de acelerar o andamento das duas propostas.
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar, iniciou conversas com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sobre a proposta que altera a escala de trabalho 6×1. A ideia de avançar a pauta ganhou força no Congresso.
Segundo o senador, Alcolumbre sinalizou que só deverá aprofundar o debate após a chegada formal do texto ao Senado. Mesmo assim, combinaram alinhar a tramitação logo após o feriado da próxima semana.
Avanço da pauta 6×1 e encaminhamentos
Otto afirma que atuará pessoalmente para reduzir resistências políticas e evitar que disputas entre Lula e Alcolumbre atrapalhem a pauta. A prioridade é aprovar pautas consideradas de Brasil.
A avaliação no Senado é de que a proposta 6×1 ganhou apelo entre a população e passa a ocupar espaço relevante na agenda governista. O Planalto vê ganhos políticos com o avanço, mesmo sem garantia de aprovação final.
Perspectivas de tramitação das PECs
Além da 6×1, Otto confirmou que a PEC da Segurança Pública deve tramitar na CCJ logo após o feriado, com compromisso de encaminhamento rápido ao plenário. Não há resistência relevante apontada neste momento.
Outra prioridade é a PEC do Banco Central, que deve seguir para a CCJ após o feriado. A ideia é acelerar o andamento das duas propostas, mantendo negociações entre Executivo, Legislativo e setor produtivo.
Desdobramentos e próximos passos
No Senado, a discussão envolve regras de transição para a implantação das mudanças na jornada de trabalho. A tramitação deverá passar por ajustes entre os Poderes e o empresariado, buscando consenso para seguir adiante.
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