- Trump ainda controla boa parte da base republicana, mas enfrenta a maior revolta no Congresso, afastando dois deputados e um senador críticos e sinalizando que pode desbancar outro.
- Pesquisas indicam queda de apoio: democratas lideram com 48,6% ante 41% dos republicanos para o Congresso, e a aprovação de Trump está em 39,8%.
- O Senado aprovou, neste mês, a limitação dos poderes de guerra de Trump no Irã por 50 a 47; a Câmara deve votar em meados de junho, o que pode representar derrota para o presidente.
- Em maio, houve resistência a financiar o novo salão da Casa Branca com dinheiro privado e críticas ao Anti-Weaponization Fund, que gerou racha entre republicanos.
- A dissidência interna cresce, com temor de que as escolhas de Trump tornem o partido menos competitivo; editorial do The Wall Street Journal criticou a estratégia de vingança.
Donald Trump enfrenta resistência crescente dentro do Partido Republicano no Congresso, mesmo mantendo base fiel para a disputa interna. A tensão se aciona conforme o governo avança com propostas impopulares e confrontos com congregações.
A força do presidente fica evidente em prévias partidárias, quando afastou críticos. Mas muitos republicanos temem que acenos a políticas de Trump custem votos nas eleições de novembro e deixem o partido em desvantagem.
A conjuntura ocorre em meio a um cenário de eleições para a Câmara, Senado e a reeleição. O ambiente político está tenso, com críticas públicas e dúvidas sobre a viabilidade de governar com apoio limitado.
Contexto eleitoral e desempenho nas pesquisas
Segundo médias do RealClearPolitics, democratas lideram por 48,6% a 41%, com Trump registrando aprovação de 39,8%. Tais números apontam dificuldade para ampliar base e influenciam votações de republicanos.
Há receio de que o voto histórico de senadores e deputados vire contra propostas do governo. Parte da bancada sinaliza resistência a pautas consideradas impopulares pelo Mu de Trump.
Confrontos e medidas que geram polêmica
No Senado, a confirmação do novo presidente do Fed, Warsh, foi facilitada apenas após acordo que encerrou investigação contra Powell. A manobra envolveu apoio de um único senador republicano.
O Senado aprovou, com 50 a 47, a limitação de poderes de guerra do Irã. A Câmara deve votar em junho, com previsão de derrota para Trump caso a bancada republicana se una aos democratas.
Em maio, o financiamento do novo salão da Casa Branca gerou controvérsia. Oferta de US$ 1 bilhão para segurança foi retirada após resistência de parlamentares republicanos.
Outros resorts e descontentamento interno
O Anti-Weaponization Fund, criado sem avaliação do Congresso, provocou críticas e racha entre republicanos. A ideia envolve indenizações a cidadãos atingidos por perseguições políticas, o que acirrou dúvidas entre líderes do partido.
Medidas sobre vistos também causaram atritos. A proposta de exigir saída de turistas, estudantes ou trabalhadores para pleitear green card gerou contestação de analistas e parte da oposição.
Repercussão interna e perspectivas
A ofensiva de Trump para apoiar candidatos alinhados preocupa a legenda, que teme fraturas duradouras. Alguns indicados apoiados por ele já enfrentam ceticismo de eleitores e colegas.
Diante do cenário, a imprensa aponta a possibilidade de perdas da maioria no Congresso em novembro. O clima entre republicanos sugere que o partido poderá enfrentar dificuladess nas votações.
Observações finais
Um editorial do The Wall Street Journal destacou que obsessões pessoais e a campanha de vingança podem comprometer a Presidência e a bancada. Trump reconheceu, em entrevista, dúvida sobre o controle da base.
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