- A Câmara Municipal de São Paulo exonerou Talita Greco, assessora parlamentar do PT, a pedido da servidora, conforme publicado no Diário Oficial.
- Talita Greco foi vista em uma academia em Jundiaí, a cerca de sessenta quilômetros da capital, às 11h05 da segunda-feira anterior.
- A liderança do PT informou que o expediente da assessora é das 10h às 19h, com possibilidade de atividades externas esporádicas ligadas à função.
- Houve denúncia de funcionária fantasma; Talita afirmou cumprir expediente no gabinete do vereador Helio Rodrigues (PT) e disse estar na Câmara, não tendo comentado as imagens da academia.
- Ela foi nomeada em março, com salário bruto de R$ 10.544,71, ocupando cargo comissionado há cerca de dois meses, posição herdada do marido, deputado federal Kiko Celeguim (PT).
A Câmara Municipal de São Paulo exonerou Talita Greco, assessora parlamentar do PT, publicada no Diário Oficial na segunda-feira (25). A decisão ocorreu a pedido da servidora, segundo a divulgação oficial.
Greco era funcionária da liderança do PT, nomeada em março. Ela recebia salário bruto de cerca de R$ 10,5 mil e tinha ocupado o cargo comissionado há cerca de dois meses, após ocupar vaga na Mesa Diretora da Câmara.
A exoneração surge após denúncia sobre a presença da assessora em uma academia localizada em Jundiaí, cidade a 60 km da capital, no horário de expediente. Talita foi vista às 11h05 da última segunda-feira (18).
Talita negou as acusações e afirmou cumprir expediente no gabinete do vereador Helio Rodrigues (PT). Ela foi chamada a esclarecer o ocorrido, enquanto a imprensa buscava contato com a servidora em gabinetes do partido e em outros locais.
Segundo a liderança do PT, o expediente da assessora é das 10h às 19h, com possibilidade de atividades externas ligadas à função em situação esporádica. A exoneração, contudo, encerra o vínculo com a Câmara.
A nomeação de Talita ocorreu em março, pouco tempo após sua exoneração da Mesa Diretora. A ocupação da vaga, anterior à sua atuação, foi relacionada a mudanças internas do partido.
- Talita fazia parte de uma estrutura comissionada, não exigindo concurso. Esses cargos são de livre nomeação e exoneração, geralmente destinados a atividades de confiança e assessoramento.
A Câmara não informou novas nomeações para a liderança a partir do ocorrido. A informação completa foi publicada no Diário Oficial e está sujeita a apuração interna.
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