- Caiado negou ter discutido ser vice de Zema; reunião em São Paulo foi sobre unir a centro-direita para o segundo turno.
- O ex-governador afirmou que ninguém se colocou como parte da chapa A ou da chapa B e que o objetivo foi evitar a inviabilização da centro-direita.
- Caiado ressaltou a importância política de Jair Bolsonaro para uma eventual disputa contra Lula.
- Os dois já marcaram nova reunião para daqui a dez dias, também em São Paulo.
- Aliados de Caiado vinham minimizando a possibilidade de chapa conjunta; Zema procurou Caiado nesta terça para tratar de aliança no primeiro turno.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) negou ter discutido a possibilidade de ser vice de Romeu Zema (Novo) na chapa presidencial de 2026. A afirmação foi feita após uma reunião realizada em São Paulo, que segundo Caiado teve como foco a união da centro-direita no segundo turno.
Caiado informou que a conversa não chegou a discutir nomes para compor a chapa, nem houve sinal de alinhamento com A ou B. O objetivo destacado foi evitar divisões dentro do campo conservador e manter a centro-direita viável no embate nacional.
O ex-governador ressaltou a importância política de Jair Bolsonaro (PL) para a eventual disputa contra Lula e disse que a relação com Zema permanece aberta para próximos encontros. Uma nova reunião ficou marcada para daqui a dez dias, também em São Paulo.
Antes disso, aliados de Caiado já haviam minimizado a possibilidade de uma chapa conjunta com Zema. As informações indicam que, no momento, a prioridade é manter a candidatura de Caiado e avaliar alianças para o segundo turno.
No último dia 26, Zema procurou Caiado e visitou o escritório do ex-governador goiano para tratar da possibilidade de aliança no primeiro turno. Fontes da pré-campanha de Caiado negaram que o tema tenha sido o de o PSD indicar o vice.
As informações destacam que, segundo a visão de Caiado, a principal preocupação é evitar inviabilizar a centro-direita no pleito de 2026, mantendo espaço para negociações estratégicas conforme evoluam as candidaturas e o cenário eleitoral.
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