- Em vinte e sete de maio, o plenário da Câmara aprovou, por votação simbólica, a preferência pelo texto que define a escala 5X2.
- Na prática, a sessão enterrou os destaques do PL e do PSOL para priorizar a jornada 4X3.
- Governistas apresentaram uma emenda aglutinativa, de teor idêntico ao relatório do deputado Leo Prates (Republicanos-BA).
- O líder do PL, Sóstenes Cavalcante, questionou o presidente da Casa, Hugo Motta, sobre o conteúdo do que estava sendo votado.
- Com a manobra, os deputados passaram a votar o texto principal da PEC em 1º turno.
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira, 27, a preferência pelo texto que define a jornada 5X2. A decisão ocorreu por votação simbólica, rejeitando os destaques do PL e do PSOL para manter a pauta 4X3 em segundo plano.
A manobra partiu de aliados do governo, com a apresentação de uma emenda aglutinativa de teor semelhante ao relatório do deputado Leo Prates (Republicanos-BA). A tramitação foi marcada por questionamentos sobre o conteúdo do texto.
O líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), criticou o processo ao cobrar clareza sobre o que está sendo votado. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), presidiu a sessão durante o momento da votação do texto principal em 1º turno.
Emenda e desdobramentos
Deputados acompanharam a votação do texto principal da PEC, enquanto debates internos sobre a estratégia de alianças ocorreram nos bastidores. A decisão afeta o formato da escala de trabalho prevista na proposta, que ainda depende de análise em novas votações.
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