- Gerson Palermo, chefe do PCC, chegou a Campo Grande na quarta-feira (27), às 17h10, após expulsão da Bolívia.
- Ele foi preso em Cotoca, na região de Santa Cruz de La Sierra, durante operação realizada na terça-feira (26).
- A princípio, o criminoso ficará na Superintendência da Polícia Federal, para concluir o processo de expulsão, e depois será encaminhado ao presídio federal de Campo Grande; a audiência de custódia está marcada para quinta-feira (28).
- Palermo estava foragido desde abril de 2020, quando rompeu a tornozeleira eletrônica logo após deixar a prisão em Campo Grande.
- A localização foi fruto de investigação da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, com apoio da Polícia Federal e forças bolivianas.
Gerson Palermo, chefe do PCC, chegou ao Brasil nesta quarta-feira após ser expulso da Bolívia. Foragido desde 2020, foi preso em Cotoca, na região de Santa Cruz de La Sierra, durante operação conjunta. Ele estava condenado a quase 126 anos de prisão e integrava a lista de criminosos mais procurados.
Ao chegar a Campo Grande, o megatraficante será levado à Superintendência da Polícia Federal para concluir os trâmites de expulsão e ingresso no território brasileiro. Em seguida, será encaminhado ao presídio federal da cidade. A audiência de custódia está marcada para esta quinta-feira.
A localização de Palermo ocorreu após investigações da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, com apoio da PF e de forças bolivianas. A apuração teve início a partir de um caso de sequestro envolvendo a filha do traficante e disputas ligadas ao tráfico internacional de drogas.
Expulsão e custódia
Ao ser detido em Cotoca, Palermo ficou sob custódia até a conclusão dos trâmites legais. A transferência para o Brasil ocorreu em aeronave da Polícia Federal, com escolta de militares bolivianos. A Interpol também acompanhou a prisão.
Histórico criminal e crimes atribuídos
Palermo é apontado como um dos líderes do Primeiro Comando da Capital. Responde por tráfico internacional de drogas, associação criminosa e crimes contra o sistema financeiro. Entre os casos mais conhecidos está o sequestro de um avião da Vasp em 2000, com desvio da aeronave e desvio de recursos.
Contexto da prisão
O caso envolve cooperação internacional entre Brasil e Bolívia. A prisão de Palermo, após seis anos foragido, faz parte de uma sequência de operações de combate ao crime organizado transnacional. A expulsão devolve o criminoso ao Brasil para cumprimento da pena.
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