- Em sessão na Câmara, a PEC que propõe fim da escala 6×1 foi discutida; o deputado Pastor Sargento Isidório afirmou que a mudança para a escala cinco por dois permitiria aos trabalhadores “fazerem seu sexo em paz e com mais tranquilidade”.
- O deputado sustentou que a redução da jornada contribuiria para a saúde, a vida familiar e a qualidade de vida dos trabalhadores, além de reduzir impactos da doença na produtividade.
- Isidório afirmou que, com a escala 5×2, haveria mais tempo para formar família e até para ter mais filhos, o que gerou risadas entre os presentes no plenário.
- O Avante, partido do parlamentar, sinalizou apoio à proposta, dizendo que trabalhadores não são escravos e defendendo dignidade humana.
- A PEC busca reorganizar a jornada de trabalho para reduzir a carga semanal e ampliar períodos de descanso, com defensores argumentando melhora na qualidade de vida e críticos apontando possíveis impactos para empresas e empregos.
Durante a sessão da Câmara dos Deputados, o deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) defendeu a mudança da escala 6×1 para 5×2, afirmando que a redução da jornada permitiria aos trabalhadores mais tranquilidade para a vida íntima. A fala ocorreu no plenário em meio à discussão da PEC que altera a carga semanal de trabalho.
Isidório argumentou que a atual escala compromete a saúde e a vida familiar dos trabalhadores, citando benefícios da nova proposta para a convivência familiar e para a saúde. Segundo o parlamentar, a 5×2 facilitaria também a ampliação de vínculos familiares e a criação de filhos.
O deputado ressaltou que o Avante votará a favor da PEC, criticando a lógica da escala 6×1. Ele afirmou que trabalhadores não são escravos e que merecem dignidade, destacando que a mudança pode impactar positivamente a qualidade de vida.
O que diz a PEC que acaba com a 6×1
A proposta em análise busca reorganizar a jornada de trabalho em setores como comércio e serviços, onde a escala atual é amplamente utilizada. Defensores afirmam que a redução de horas pode melhorar a saúde mental e o bem-estar dos trabalhadores, com maior tempo para descanso.
Análise e impactos
Críticos da PEC levantam possíveis impactos para empresas e para a geração de empregos, além de questões operacionais de setores que dependem de escalas rígidas. Ao longo da discussão no plenário, foram apresentados argumentos sobre custos, produtividade e equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
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