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Ex-presidente do INSS nega delação e reforça defesa em caso de descontos previdenciários

Defesa do ex-presidente do INSS nega delação, sustenta inocência e requer soltura, alegando ausência de indícios concretos e acesso restrito a provas

O ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto, durante depoiumento à CPMI que investigou as fraudes em descontos previdenciários
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  • Ex-presidente do INSS, Alessando Stefanutto, é acusado de fraude nos descontos previdenciários e está preso preventivamente desde novembro.
  • Stefanutto contratou o advogado Fabrício Reis Costa, doutorando e mestre pela Faculdade de Direito da USP, ex-assessor parlamentar e integrante do grupo jurídico Prerrogativas.
  • A defesa pretende obter a soltura com base na falta de indícios concretos contra Stefanutto e alegações de acesso restrito a elementos da investigação.
  • O ex-chefe do INSS afirma não ter intenção de fazer delação premiada, dizendo ser vítima de injustiça e alegando não ter alguém para entregar.
  • Stefanutto é suspeito de ter atuado de forma conivente com os descontos fraudulentos, mas ele nega as acusações.

Alessando Stefanutto, ex-presidente do INSS, está preso preventivamente desde novembro. O advogado dele, Fabrício Reis Costa, já assumiu a defesa.

Costa é doutorando, mestre e bacharel pela USP, e atuou como assessor parlamentar no Senado. Ele também integra o grupo jurídico Prerrogativas, segundo informações da defesa.

Stefanutto ainda não foi denunciado formalmente pelos desvios de benefícios previdenciários. A situação tem causado reclamações entre advogados e especialistas.

O ex-chefe do INSS nega as acusações e afirma não ter intenções de fazer delação premiada, dizendo ser vítima de uma injustiça. Não há confirmação de entregas que respaldem delações.

A defesa deve pleitear a soltura com base na suposta ausência de indícios concretos contra Stefanutto. Também aponta que não teve acesso integral a relatórios e à documentação da CGU.

Defesa e próximos passos

Os advogados indicam dificuldades de acesso a elementos da investigação, como relatórios de extração telemática, depoimentos e documentos da CGU, que, na visão deles, ainda não foram disponibilizados integralmente.

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