- O ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, rebate críticas a respeito do Bolsa Família sem citar nominalmente o apresentador.
- Segundo Dias, 5,1 milhões de famílias deixaram o programa desde 2023 por elevação de renda.
- Ele afirmou que, em média, cada família pode ter cerca de três pessoas, resultando em aproximadamente 15 milhões de pessoas que saíram por superação da pobreza.
- Dias disse ainda que 7,1 milhões de beneficiários continuam no programa com carteira assinada, mas permanecem no Bolsa Família por ainda estarem abaixo da linha de pobreza.
- O ministro comentou a eficácia do Bolsa Família e citou a Regra de Proteção, que mantém 50 por cento do benefício por 12 meses para quem passa a ter renda acima de certos limites.
O ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, rebateu críticas feitas a respeito do Bolsa Família, sem citar nominalmente o apresentador. Dias afirmou que 5,1 milhões de famílias deixaram o programa desde 2023 em função da elevação de renda.
Segundo o ministro, as famílias saíram do programa ao saírem da pobreza, migrando para empregos formais ou melhores formações. Ele citou exemplos como trabalhadores de supermercados, do setor elétrico, funcionários públicos, médicos formados e filhos de agricultores que passaram a atuar em áreas técnicas. A estimativa indica cerca de 15 milhões de pessoas saíram do programa pela superação da pobreza.
Dias apresentou as declarações durante o programa Bom Dia, Ministro, do CanalGov. Ele afirmou que o episódio envolvendo o apresentador foi “feio” e que houve um pedido de desculpas público. O ministro reforçou a ideia de que o Bolsa Família é eficiente e está presente em 140 países, segundo ele, e pediu estudo para quem contesta o tema.
Dados atuais do programa
O ministro também informou que 7,1 milhões de beneficiários do Bolsa Família trabalham com carteira assinada, mas permanecem no programa por ainda estarem em situação de pobreza. Quando a renda é medida, se a família não ultrapassa a linha de pobreza, o benefício continua.
Dias explicou ainda o mecanismo conhecido como Regra de Proteção. Nessa regra, 50% do benefício é mantido por 12 meses para famílias com renda acima de 218 reais per capita, desde que não ultrapassem 706 reais por pessoa. Essa modalidade busca incentivar o ingresso no mercado de trabalho sem interromper o suporte social.
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