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Paulinho da Força diz que Alcolumbre não atrasará nem adiantará PEC

Alcolumbre mantém calendário da PEC que põe fim à escala 6x1; votação em dois turnos exigirá no mínimo 308 votos, com reunião de líderes na próxima semana

Davi Alcolumbre diz a Paulinho que PEC da 6x1 seguirá rito normal
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  • O deputado Paulinho da Força disse ter conversado com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que vai seguir o calendário regimental e não atrasar nem adiantar a tramitação da PEC do fim da escala 6×1; líderes serão reunidos na próxima semana.
  • A PEC precisa ser aprovada em dois turnos na Câmara, com apoio mínimo de 308 dos 513 deputados.
  • A comissão especial aprovou o texto, que prevê redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição salarial, e dois dias de descanso remunerado por semana.
  • Se for aprovada também pelo Senado, o fim da escala 6×1 e a obrigatoriedade de dois dias de descanso passam a valer dois meses após a publicação da emenda constitucional.
  • A proposta prevê uma nova lei para regulamentar categorias com jornadas diferenciadas, desde que respeitados os limites constitucionais.

O deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) afirmou nesta quarta-feira que manteve conversa com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sobre a tramitação da PEC que prevê o fim da escala 6×1. Segundo o deputado, Alcolumbre garantiu seguir o calendário regimental, sem acelerar ou atrasar o andamento.

Paulinho disse ao R7 que a ideia é reunir os líderes na próxima semana para discutir a tramitação da PEC. A proposta muda a jornada de trabalho, reduzindo de 44 para 40 horas semanais sem redução salarial.

A PEC precisa ser aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados, com apoio mínimo de 308 de 513 parlamentares, antes de seguir para o Senado. A comissão especial já aprovou o texto, que também prevê dois dias de descanso remunerado por semana.

O que pode mudar com a aprovação da PEC

Caso aprovada também pelo Senado, o fim da escala 6×1 e a obrigatoriedade de dois dias de descanso passam a valer dois meses após a publicação da emenda constitucional. A proposta estabelece teto de oito horas diárias e 40 horas semanais, sem redução de salários.

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