- Nesta quarta-feira, vinte e sete, a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União cumprem 31 mandados de busca e apreensão, 8 medidas cautelares de monitoramento eletrônico e outras medidas constritivas, autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal, nos estados de Pernambuco, São Paulo, Paraíba e no Distrito Federal.
- A ação apura desconto não autorizado em aposentadorias e pensões, em um esquema nacional investigado pela operação Sem Desconto.
- Esta é a nova fase da operação; em anos anteriores, já houve ações relacionadas, como a Operação Indébito, deflagrada em março, com mandados no Ceará e no Distrito Federal.
- Os investigadores buscam esclarecer crimes contra a administração pública, incluindo constituição de organização criminosa, estelionato previdenciário e atos de ocultação e de dilapidação patrimonial.
Estão em andamento 31 mandados de busca e apreensão, 8 medidas cautelares de monitoramento eletrônico e outras medidas constritivas. A ação investiga descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões.
A operação Sem Desconto é realizada pela Polícia Federal em parceria com a Controladoria-Geral da União. Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal e estão sendo cumpridos nos estados de Pernambuco, São Paulo, Paraíba e no Distrito Federal.
Ao longo do dia, fiscais da PF e auditores da CGU atuam em diligências para esclarecer a prática de crimes contra a administração pública. Os crimes apurados incluem organização criminosa, estelionato previdenciário e atos de ocultação e dilapidação patrimonial.
Desdobramentos e contexto
Entre as origens do caso, a PF informou que outras fases já foram deflagradas. Em março, a Operação Indébito, desdobramento da Sem Desconto, atingiu Ceará e Distrito Federal, ampliando as apurações sobre o tema.
A investigação visa identificar responsáveis, analisar impactos financeiros e esclarecer a cadeia de descontos aplicados de forma irregular. As autoridades não divulgaram balanço inicial de valores desviados ou números de pessoas atingidas.
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